Habitação é dum direito da juventude
Para falar dos problemas da habitação, a JCP de Vila do Conde realizou, há dias, uma sessão de esclarecimento que contou com a participação de Cristina Cardoso, da Comissão Política da Direcção Nacional da JCP, e de Jorge Machado, deputado do PCP na Assembleia da República.
Nesta iniciativa foi discutido o ataque dos sucessivos governos ao direito à habitação, que a JCP afirma ser um «direito da juventude», consagrado na Constituição da República. «Com o fim do Incentivo ao Arrendamento por Jovens e a sua substituição pelo programa “Porta 65” milhares de jovens de todo o país ficam pior no que diz respeito aos apoios à habitação», acusam os jovens comunistas, lembrando que as verbas previstas no Orçamento de Estado, como referiu Jorge Machado, são «migalhas», comparadas com outras verbas atribuídas, por exemplo para o offshore da Madeira e em perdões fiscais aos grandes empresários.
Por seu lado, Cristina Cardoso chamou à atenção para o facto de no distrito do Porto, o valor máximo que pode existir na renda de uma casa «T1» para candidatura a apoio é de 220 euros, «o que é claramente insuficiente».
Nesta iniciativa foi discutido o ataque dos sucessivos governos ao direito à habitação, que a JCP afirma ser um «direito da juventude», consagrado na Constituição da República. «Com o fim do Incentivo ao Arrendamento por Jovens e a sua substituição pelo programa “Porta 65” milhares de jovens de todo o país ficam pior no que diz respeito aos apoios à habitação», acusam os jovens comunistas, lembrando que as verbas previstas no Orçamento de Estado, como referiu Jorge Machado, são «migalhas», comparadas com outras verbas atribuídas, por exemplo para o offshore da Madeira e em perdões fiscais aos grandes empresários.
Por seu lado, Cristina Cardoso chamou à atenção para o facto de no distrito do Porto, o valor máximo que pode existir na renda de uma casa «T1» para candidatura a apoio é de 220 euros, «o que é claramente insuficiente».