Taylor abandona Libéria
Depois de na sexta-feira o parlamento da Libéria ter aprovado a destituição de Charles Taylor, substituindo-o pelo vice-presidente Moses Blah, o até então presidente do país participou na cerimónia de transferência de poder que decorreu, segunda-feira, na capital, Monróvia, devendo partir nos próximos dias para o exílio na Nigéria.
A cerimónia foi acompanhada por Thabo Mbeki, chefe de estado da África do Sul, Joaquim Chissano, presidente de Moçambique e da União Africana (UA), e John Kufuor, presidente do Gana e da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), organismo que mantém no terreno uma força militar de interposição liderada pela Nigéria.
Os mediadores do conflito procuram, desta forma, por fim à guerra civil entre o governo e o movimento Liberianos Unidos para a Reconstrução e a Democracia (LURD), que desde à 14 anos mergulha o país e a região no caos e na instabilidade política.
Na sua comunicação ao país, emitida domingo, pela televisão, Charles Taylor desafiou a LURD a submeter-se ao sufrágio popular e acusou os Estados Unidos de estarem por trás de um golpe de conspiração para o afastar do poder.
A cerimónia foi acompanhada por Thabo Mbeki, chefe de estado da África do Sul, Joaquim Chissano, presidente de Moçambique e da União Africana (UA), e John Kufuor, presidente do Gana e da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), organismo que mantém no terreno uma força militar de interposição liderada pela Nigéria.
Os mediadores do conflito procuram, desta forma, por fim à guerra civil entre o governo e o movimento Liberianos Unidos para a Reconstrução e a Democracia (LURD), que desde à 14 anos mergulha o país e a região no caos e na instabilidade política.
Na sua comunicação ao país, emitida domingo, pela televisão, Charles Taylor desafiou a LURD a submeter-se ao sufrágio popular e acusou os Estados Unidos de estarem por trás de um golpe de conspiração para o afastar do poder.