Israel volta a ameaçar
Depois dos bombardeamentos efectuados, no fim-de-semana, ao sul do Líbano pela aviação israelita, o governo de Ariel Sharon mobilizou unidades mecanizadas e de artilharia para a fronteira com o país e mandou efectuar um raide de intimidação sobre a capital, Beirute.
Em mensagem enviada, através dos EUA e da ONU, aos presidentes do Líbano e da Síria, que acusa de prestarem apoio logístico ao Hezbolá, o primeiro-ministro israelita manifestou-se na disposição continuar a alvejar estes países, alegadamente como resposta aos ataques perpetrados pelo movimento no final da semana passada.
Apesar dos movimentos que assinaram o cessar-fogo, Hamas, Jihad Islâmica e Fatah, terem afirmado que vão manter o estabelecido no «Roteiro» de Paz, Israel suspendeu a libertação de prisioneiros palestinianos e mantém o alerta na fronteira com o Líbano.
Em mensagem enviada, através dos EUA e da ONU, aos presidentes do Líbano e da Síria, que acusa de prestarem apoio logístico ao Hezbolá, o primeiro-ministro israelita manifestou-se na disposição continuar a alvejar estes países, alegadamente como resposta aos ataques perpetrados pelo movimento no final da semana passada.
Apesar dos movimentos que assinaram o cessar-fogo, Hamas, Jihad Islâmica e Fatah, terem afirmado que vão manter o estabelecido no «Roteiro» de Paz, Israel suspendeu a libertação de prisioneiros palestinianos e mantém o alerta na fronteira com o Líbano.