Rhode recorre às ameaças
A direcção da Rhode, depois de ter enfrentado a unidade dos trabalhadores em defesa dos seus postos de trabalho, passou agora às pressões e ameaças, exigindo «ritmos de produção diabólicos e impossíveis de cumprir» e instaurando «processos disciplinares a eito». Chegou mesmo ao cúmulo de ameaçar não pagar o subsídio de Natal!
Indignada, a Comissão Concelhia de Santa Maria da Feira do PCP garante que os trabalhadores da Rohde sempre cumpriram as suas obrigações e contribuíram para a manutenção da empresa, não lhes cabendo, por isso, a responsabilidade pela sua má gestão. Aliás, depois de ter despedido centenas de trabalhadores nos últimos anos, a empresa não pode com certeza querer agora alcançar à custa do aumento dos ritmos de trabalho e da maior exploração níveis de produção idênticos aos que já teve, ironiza o PCP, lembrando que já se vêem as consequências dos níveis de exigência cada vez maiores de produções muito repetitivas pelo o número de tendinites e outras doenças profissionais que afectam cada vez mais trabalhadores.
O PCP ainda procurou reunir com a administração para conhecer a situação da empresa, mas esta recusou.
Indignada, a Comissão Concelhia de Santa Maria da Feira do PCP garante que os trabalhadores da Rohde sempre cumpriram as suas obrigações e contribuíram para a manutenção da empresa, não lhes cabendo, por isso, a responsabilidade pela sua má gestão. Aliás, depois de ter despedido centenas de trabalhadores nos últimos anos, a empresa não pode com certeza querer agora alcançar à custa do aumento dos ritmos de trabalho e da maior exploração níveis de produção idênticos aos que já teve, ironiza o PCP, lembrando que já se vêem as consequências dos níveis de exigência cada vez maiores de produções muito repetitivas pelo o número de tendinites e outras doenças profissionais que afectam cada vez mais trabalhadores.
O PCP ainda procurou reunir com a administração para conhecer a situação da empresa, mas esta recusou.