Agricultores esperam resposta eficaz aos fogos
«É urgente tomar medidas, mas medidas eficazes e eficientes, de acordo com a realidade, e que tenham em conta (para evitar a repetição) as causas profundas que deram origem a esta verdadeira calamidade», reclama a Confederação Nacional da Agricultura.
O comunicado anteontem divulgado pela direcção nacional da CNA recorda «deficiências, erros e omissões» que a confederação tem apontado a sucessivos governos, que importa corrigir. Para tal, e para indemnizar os prejuízos dos últimos dias, garantindo «um futuro para a floresta portuguesa e para as populações», a CNA enumera um conjunto de medidas, designadamente:
- fazer uma rápida avaliação das perdas, com participação das populações, das autarquias e das organizações de agricultores, accionando mecanismos de indemnização;
- orçamentar verbas adequadas à dimensão da calamidade, «e não falar, avulso, em valores que toda a gente reconhece apenas simbólicos»;
- criar parques de recepção e concentração de salvados;
- avançar urgentemente para a reflorestação e recuperação das áreas ardidas;
- implementar «de vez» a Lei de Bases da floresta e os planos de ordenamento e gestão florestal;
- dotar os campos e a floresta de suficientes meios humanos e materiais (postos de vigia, guardas florestais);
- fazer um inventário exaustivo da floresta portuguesa;
- articular os diversos serviços dispersos e estabelecer uma cadeia de comando e coordenação eficaz.
«Há que fazer tudo para evitar que, daqui a um ano, tudo esteja na mesma, ou ainda pior», apela a CNA.
O comunicado anteontem divulgado pela direcção nacional da CNA recorda «deficiências, erros e omissões» que a confederação tem apontado a sucessivos governos, que importa corrigir. Para tal, e para indemnizar os prejuízos dos últimos dias, garantindo «um futuro para a floresta portuguesa e para as populações», a CNA enumera um conjunto de medidas, designadamente:
- fazer uma rápida avaliação das perdas, com participação das populações, das autarquias e das organizações de agricultores, accionando mecanismos de indemnização;
- orçamentar verbas adequadas à dimensão da calamidade, «e não falar, avulso, em valores que toda a gente reconhece apenas simbólicos»;
- criar parques de recepção e concentração de salvados;
- avançar urgentemente para a reflorestação e recuperação das áreas ardidas;
- implementar «de vez» a Lei de Bases da floresta e os planos de ordenamento e gestão florestal;
- dotar os campos e a floresta de suficientes meios humanos e materiais (postos de vigia, guardas florestais);
- fazer um inventário exaustivo da floresta portuguesa;
- articular os diversos serviços dispersos e estabelecer uma cadeia de comando e coordenação eficaz.
«Há que fazer tudo para evitar que, daqui a um ano, tudo esteja na mesma, ou ainda pior», apela a CNA.