Função Pública parou em Itália
Os trabalhadores da administração pública de Itália realizaram, na sexta-feira, 26, uma greve de protesto contra a falta de verbas no Orçamento de Estado para 2008 destinadas à renovação de contratos.
A greve, que segundo os sindicatos teve uma adesão de 80 por cento, foi acompanhada por uma manifestação de milhares de pessoas pelas ruas de Roma, que foi encabeçada pelos dirigentes das três principais centrais sindicais (CGL, UIL e CISL).
Num comunicado, citado pela agência Lusa, a CGIL considerou a jornada de luta foi a afirmação clara de que «o trabalho da função pública tem que representar um papel fundamental no desenvolvimento do país e na coesão social».
Pelas mesmas razões, os professores do ensino primário e secundário desfilaram em Roma no sábado, enquanto os professores universitários tinham marcada para segunda-feira, 29, uma greve nacional.
A greve, que segundo os sindicatos teve uma adesão de 80 por cento, foi acompanhada por uma manifestação de milhares de pessoas pelas ruas de Roma, que foi encabeçada pelos dirigentes das três principais centrais sindicais (CGL, UIL e CISL).
Num comunicado, citado pela agência Lusa, a CGIL considerou a jornada de luta foi a afirmação clara de que «o trabalho da função pública tem que representar um papel fundamental no desenvolvimento do país e na coesão social».
Pelas mesmas razões, os professores do ensino primário e secundário desfilaram em Roma no sábado, enquanto os professores universitários tinham marcada para segunda-feira, 29, uma greve nacional.