Trabalhistas britânicos afundam-se nas sondagens
O Partido Trabalhista do primeiro-ministro britânico Tony Blair continua a cair nas sondagens internas, tendo registado os piores índices de popularidade dos últimos 16 anos, segundo uma consulta publicada pelo jornal The Times, na passada terça-feira.
Relativamente a uma sondagem realizada no mês passado, os trabalhistas descem dois pontos percentuais, reunindo agora a preferência de apenas 34 por cento da opinião pública, ainda assim dois por cento à frente dos conservadores.
Em «alta» encontram-se os liberais-democratas, que ganham quatro pontos percentuais relativamente ao mês passado, reunindo agora 25 por cento das preferências de voto.
De acordo com o instituto Populus, que interrogou um milhar de pessoas durante o passado fim-de-semana, os resultados do partido trabalhista reflectem o descontentamento dos britânicos relativamente à forma como Tony Blair geriu a guerra do Iraque e a situação do pós-guerra.
Blair enfrenta a mais grave crise desde a sua chegada ao poder, em 1997, tendo a sua popularidade começado a cair significativamente desde o caso do aparente suicídio do especialista em armamento David Kelly, que a BBC admitiu ter sido a sua fonte para uma reportagem sobre a alegada manipulação, pelo governo, do dossier sobre o programa de armamento iraquiano, de forma a justificar a guerra.
Relativamente a uma sondagem realizada no mês passado, os trabalhistas descem dois pontos percentuais, reunindo agora a preferência de apenas 34 por cento da opinião pública, ainda assim dois por cento à frente dos conservadores.
Em «alta» encontram-se os liberais-democratas, que ganham quatro pontos percentuais relativamente ao mês passado, reunindo agora 25 por cento das preferências de voto.
De acordo com o instituto Populus, que interrogou um milhar de pessoas durante o passado fim-de-semana, os resultados do partido trabalhista reflectem o descontentamento dos britânicos relativamente à forma como Tony Blair geriu a guerra do Iraque e a situação do pós-guerra.
Blair enfrenta a mais grave crise desde a sua chegada ao poder, em 1997, tendo a sua popularidade começado a cair significativamente desde o caso do aparente suicídio do especialista em armamento David Kelly, que a BBC admitiu ter sido a sua fonte para uma reportagem sobre a alegada manipulação, pelo governo, do dossier sobre o programa de armamento iraquiano, de forma a justificar a guerra.