Razões de queixa!
As medidas anunciadas pelo Governo para este ano lectivo são «pontuais e avulsas», afirmou Jerónimo de Sousa na passada semana, numa visita às festas do concelho da Moita. Para Jerónimo de Sousa, o Governo vai anunciando medidas, como a implementação das novas tecnologias ou o aumento de alunos, mas «na verdade e no concreto os portugueses têm razões de queixa». Aumentam os manuais escolares, degrada-se a situação de vida dos pais e o apoio social é insuficiente.
Segundo o secretário-geral do PCP, as famílias portuguesas encontram-se numa situação cada vez pior, devido às políticas governamentais, e são muitas vezes obrigadas a recorrer ao sector privado ou às instituições particulares de solidariedade social, já que o Estado se desresponsabiliza da educação «logo desde o ensino básico».
Jerónimo de Sousa acusou o Governo pelo encerramento de centenas de escolas no Ensino Básico. Esta realidade, prosseguiu, «não se sente tanto na Moita ou na região (de Setúbal), mas quando falamos em Viseu ou Castelo Branco, o interior do País, tem consequências como a desertificação, pois ninguém quer ir para um local onde não existem escolas». Na mesma semana, numa das muitas acções de propaganda em que os governantes estiveram envolvidos em torno do início do ano escolar, o primeiro-ministro orgulhava-se do encerramento, em dois anos, de cerca de duas mil escolas.
Ao nível do Ensino Superior, o dirigente do PCP criticou o processo de Bolonha e a possibilidade de privatização das universidades. Também acerca disto, garantiu Jerónimo de Sousa, o PCP não vai calar a sua voz.
Em relação aos professores que não foram colocados, o secretário-geral do PCP lembrou estar-se perante uma forte ofensiva do actual Governo contra o pessoal docente. E acrescentou que «isto é quase como a quadratura do círculo, se se encerram escolas, se se reduzem serviços públicos, é lógico que sejam necessários muito menos professores».
Segundo o secretário-geral do PCP, as famílias portuguesas encontram-se numa situação cada vez pior, devido às políticas governamentais, e são muitas vezes obrigadas a recorrer ao sector privado ou às instituições particulares de solidariedade social, já que o Estado se desresponsabiliza da educação «logo desde o ensino básico».
Jerónimo de Sousa acusou o Governo pelo encerramento de centenas de escolas no Ensino Básico. Esta realidade, prosseguiu, «não se sente tanto na Moita ou na região (de Setúbal), mas quando falamos em Viseu ou Castelo Branco, o interior do País, tem consequências como a desertificação, pois ninguém quer ir para um local onde não existem escolas». Na mesma semana, numa das muitas acções de propaganda em que os governantes estiveram envolvidos em torno do início do ano escolar, o primeiro-ministro orgulhava-se do encerramento, em dois anos, de cerca de duas mil escolas.
Ao nível do Ensino Superior, o dirigente do PCP criticou o processo de Bolonha e a possibilidade de privatização das universidades. Também acerca disto, garantiu Jerónimo de Sousa, o PCP não vai calar a sua voz.
Em relação aos professores que não foram colocados, o secretário-geral do PCP lembrou estar-se perante uma forte ofensiva do actual Governo contra o pessoal docente. E acrescentou que «isto é quase como a quadratura do círculo, se se encerram escolas, se se reduzem serviços públicos, é lógico que sejam necessários muito menos professores».