Governo contra Mora

Autarquia exige investimento

O Governo continua a não disponibilizar qualquer financiamento para o Fluviário de Mora, uma obra de valor reconhecido para a região e o País.

O processo mantêm-se em suspenso

A Câmara de Mora decidiu candidatar-se às verbas do PIDDAC para completar o investimento realizado do Fluviário de Mora, face à ausência de qualquer apoio do Governo.
Em falta, segundo a autarquia CDU, estão 25 por cento dos cerca de seis milhões de euros investidos a que o Executivo PS não deu qualquer resposta.
«Incompreensivelmente, ainda não conseguimos ser recebidos pelo ministro e assim o processo mantêm-se em suspenso acarretando, em conjunto com o atraso na disponibilização de verbas por questões burocráticas por parte da CCDRA, graves dificuldades económicas e financeiras à Câmara de Mora», afirmou José Manuel Sinogas, presidente do município.
O Fluviário de Mora abriu as suas portas em Março e em apenas cinco meses registou mais de 125 mil visitantes.
À luz do PIDDAC, o município candidatou-se, de igual forma, à recuperação da Torre das Águias, monumento nacional datado do século XVI, e que se encontra em avançado estado de degradação.
Outros projectos candidatos são a reparação da Estrada Nacional 370, entre Pavia e o limite do distrito; pavimentação da ER2, entre Mora e Brotas; alargamento das Pontes da EN 251, entre Mora e Pavia; e a construção da IC-13.
Por último, a Câmara de Mora solicitou apoio financeiro para a Freguesia de Pavia, a única do concelho sem lar de internamento, o qual encontra-se já em construção e onde já foram investidos pela Misericórdia local, com o apoio de 500 mil euros das autarquias (Câmara e Junta de Freguesia).
O futuro quartel da GNR já possui terreno e existe um pré-projecto para a construção do Posto, tendo em 2004 vindo uma verba em Orçamento de Estado que desapareceu nos anos seguintes.


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