Processos
A colocação de trabalhadores na mobilidade especial vai ser contestada pela Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública através de processos individuais, com base na análise da situação de cada funcionário. A nova estratégia, a par do combate sindical, foi decidida depois das providências cautelares terem sido indeferidas pelo Tribunal Administrativo, explicou à agência Lusa uma fonte da federação, e procurará provar que as pessoas foram lesadas e que há risco de prejuízo. A FNSFP/CGTP-IN apresentou quatro providências cautelares para suspender a eficácia dos despachos que colocaram funcionários do Ministério da Agricultura em mobilidade especial, as quais foram indeferidas pelo Tribunal Administrativo de Lisboa. Este considerou que os despachos são actos preparatórios e que não estava em causa uma decisão final, tendo em conta que as listas de funcionários a colocar em mobilidade especial ainda não tinham sido publicadas em Diário da República (o que, entretanto, aconteceu).