Tribunal dá razão à população
O Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja decidiu, dia 5 de Junho, suspender o novo modelo de funcionamento do centro de saúde de Vendas Novas, que levou ao encerramento das urgências.
«A suspensão da eficácia do novo modelo de funcionamento do centro de saúde de Vendas Novas, determinada pelo Tribunal, obriga à reinstalação das urgências e ao seu funcionamento 24 horas por dia», afirmou José Figueira, presidente da autarquia.
O Serviço de Atendimento Permanente (SAP), que era responsável pelas urgências durante 24 horas/dia no centro de saúde de Vendas Novas, fechou as portas a 28 de Maio, no âmbito da requalificação e redistribuição geográfica dos serviços.
No dia seguinte, a Câmara de Vendas Novas interpôs, junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja, uma providência cautelar contra a decisão do Ministério da Saúde.
A autarquia, da CDU, justificou o recurso aos tribunais com «o uso de um direito legítimo para travar o processo decisório do Ministério da Saúde».
«A suspensão da eficácia do novo modelo de funcionamento do centro de saúde de Vendas Novas, determinada pelo Tribunal, obriga à reinstalação das urgências e ao seu funcionamento 24 horas por dia», afirmou José Figueira, presidente da autarquia.
O Serviço de Atendimento Permanente (SAP), que era responsável pelas urgências durante 24 horas/dia no centro de saúde de Vendas Novas, fechou as portas a 28 de Maio, no âmbito da requalificação e redistribuição geográfica dos serviços.
No dia seguinte, a Câmara de Vendas Novas interpôs, junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja, uma providência cautelar contra a decisão do Ministério da Saúde.
A autarquia, da CDU, justificou o recurso aos tribunais com «o uso de um direito legítimo para travar o processo decisório do Ministério da Saúde».