TST voltam à greve amanhã
Os trabalhadores dos Transportes Sul do Tejo, TST, cumprem amanhã um dia de greve, entre as 4 e as 14 horas, para exigirem melhorias salariais e das suas condições de trabalho. No passado dia 14, os trabalhadores tinham cumprido uma outra greve, também convocada pelo Sindicato de Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal, STRUP/CGTP-IN, que teve uma participação acima dos 80 por cento e paralisou, quase completamente, a frota rodoviária.
A empresa pretende atribuir aumentos salariais que os trabalhadores consideram inaceitáveis pois traduzir-se-iam em mais um ano de perda de poder de compra. A greve é também contra a tentativa de imposição de prolongamentos de horários de serviço sem quaisquer contrapartidas remuneratórias. Além disto, cem destes trabalhadores estão em situação considerada ilegal, por terem contratos precários embora cumpram, diariamente, funções de trabalho permanente.
Num comunicado distribuído às populações na greve anterior, os trabalhadores já tinham salientado que esta «gestão desastrosa» tem também graves consequências no serviço que é prestado aos utentes. Por isso, salientam que esta luta é também pelos direitos dos utentes e por uma transportadora que garanta melhorias de qualidade nas condições de trabalho, de transporte e de segurança para os trabalhadores e as populações.
A empresa pretende atribuir aumentos salariais que os trabalhadores consideram inaceitáveis pois traduzir-se-iam em mais um ano de perda de poder de compra. A greve é também contra a tentativa de imposição de prolongamentos de horários de serviço sem quaisquer contrapartidas remuneratórias. Além disto, cem destes trabalhadores estão em situação considerada ilegal, por terem contratos precários embora cumpram, diariamente, funções de trabalho permanente.
Num comunicado distribuído às populações na greve anterior, os trabalhadores já tinham salientado que esta «gestão desastrosa» tem também graves consequências no serviço que é prestado aos utentes. Por isso, salientam que esta luta é também pelos direitos dos utentes e por uma transportadora que garanta melhorias de qualidade nas condições de trabalho, de transporte e de segurança para os trabalhadores e as populações.