Antifascista morre na Nicarágua
Patrona Hernandez Lopez, a mulher mais velha da Nicarágua morreu, na passada semana, com 116 anos e nove meses. Conhecida pelo pseudónimo de «Amanda Aguilar» durante a luta contra a ditadura da família Somoza (1937-1979), foi uma histórica colaboradora do «general de homens livres» da Nicarágua, Augusto C. Sandino, e dos guerrilheiros sandinistas.
«Amanda Aguilar», nascida a 3 de Maio de 1890, ganhou notoriedade quando o sacerdote e poeta da Ordem da Trapa Ernesto Cardinal Martinez lhe dedicou o poema «Las mujeres de El Cua», pela sua resistência à ditadura dos Somoza.
A vida e a história desta mãe camponesa de cinco filhos, quatro deles assassinados durante a ditadura de Somoza, decorreu na comarca montanhosa El Cármen, município nortenho de Rancho Grande, no departamento de Matagalpa, norte do país.
Petrona Lopez, juntamente com 18 camponesas de Rancho Grande, foi presa e torturada em 1968 pela guarda de Somoza, por proteger guerrilheiros sandinistas que tinham entrado para a clandestinidade nas montanhas do país para derrubar o regime.
«Amanda Aguilar», nascida a 3 de Maio de 1890, ganhou notoriedade quando o sacerdote e poeta da Ordem da Trapa Ernesto Cardinal Martinez lhe dedicou o poema «Las mujeres de El Cua», pela sua resistência à ditadura dos Somoza.
A vida e a história desta mãe camponesa de cinco filhos, quatro deles assassinados durante a ditadura de Somoza, decorreu na comarca montanhosa El Cármen, município nortenho de Rancho Grande, no departamento de Matagalpa, norte do país.
Petrona Lopez, juntamente com 18 camponesas de Rancho Grande, foi presa e torturada em 1968 pela guarda de Somoza, por proteger guerrilheiros sandinistas que tinham entrado para a clandestinidade nas montanhas do país para derrubar o regime.