Concerto em Alpiarça
Dezenas de pessoas participaram no concerto que a JCP promoveu em Alpiarça, na sexta-feira, com os «Chão da Feira», de Torres Novas, e uma banda instrumental da Chamusca.
Durante a sua intervenção, Tiago Vieira, membro da Comissão Política e do Secretariado da JCP, apresentou os principais argumentos que sustentam a posição da organização pelo SIM à despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez.
«O “Sim” é o único voto que representa o respeito pelas diversas opções presentes na sociedade portuguesa, já que a existência de uma lei despenalizadora não afrontará a consciência individual de cada um, nem obrigará nenhuma mulher a tomar decisões contra a sua vontade. A JCP há muito que luta para que seja possível as mulheres decidirem livremente e em consciência se querem ou podem ter um filho, nomeadamente, com a implementação da educação sexual nas escolas (uma lei aprovada em 1989) e a melhoria das condições de vida dos jovens», afirmou.
Para Tiago Vieira, «as mulheres portuguesas que optam por interromper a sua gravidez não devem ser criminalizadas por isso e, consequentemente, serem humilhadas nos tribunais e na praça pública, com o Estado a impor um código moral através da lei em vigor.»
Durante a sua intervenção, Tiago Vieira, membro da Comissão Política e do Secretariado da JCP, apresentou os principais argumentos que sustentam a posição da organização pelo SIM à despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez.
«O “Sim” é o único voto que representa o respeito pelas diversas opções presentes na sociedade portuguesa, já que a existência de uma lei despenalizadora não afrontará a consciência individual de cada um, nem obrigará nenhuma mulher a tomar decisões contra a sua vontade. A JCP há muito que luta para que seja possível as mulheres decidirem livremente e em consciência se querem ou podem ter um filho, nomeadamente, com a implementação da educação sexual nas escolas (uma lei aprovada em 1989) e a melhoria das condições de vida dos jovens», afirmou.
Para Tiago Vieira, «as mulheres portuguesas que optam por interromper a sua gravidez não devem ser criminalizadas por isso e, consequentemente, serem humilhadas nos tribunais e na praça pública, com o Estado a impor um código moral através da lei em vigor.»