Governo prejudica pequenas empresas
Uma delegação do PCP, encabeçada por Jerónimo de Sousa, esteve reunida, anteontem, com dirigentes e activistas de diversas associações de micro, pequenos e médios empresários. Com o secretário-geral do PCP estiveram Vicente Merendas e Adelaide Alves, do Comité Central.
Na sua intervenção, Jerónimo de Sousa destacou as consequências negativas para as pequenas empresas do aumento dos custos da energia eléctrica e dos combustíveis. A confirmarem-se os aumentos anunciados das tarifas eléctricas para os consumidores não domésticos, «agravar-se-ão significativamente os custos de produção das empresas, em particular as que mais recorrem à energia eléctrica para a sua actividade».
Prosseguindo, o dirigente do PCP denunciou que, ao contrário dos «fabulosos lucros do sector bancário, as MPME continuam a pagar elevadíssimos custos bancários. Não só elevados juros, que a política do Banco Central Europeu agrava e a condição financeira da generalidade das pequenas empresas agudiza, mas também altíssimas comissões bancárias». Também os fundos comunitários, lembrou, privilegiam os grandes grupos económicos.
Jerónimo de Sousa lembrou ainda a actividade parlamentar do PCP em defesa dos pequenos empresários. Realçando o facto de os comunistas terem conseguido aprovar o fim do pagamento de IRC, uma vez encerrada a actividade da empresa, o secretário-geral do PCP destaca porém a rejeição das propostas do Partido pelos outros grupos parlamentares.
Prosseguindo, o dirigente do PCP denunciou que, ao contrário dos «fabulosos lucros do sector bancário, as MPME continuam a pagar elevadíssimos custos bancários. Não só elevados juros, que a política do Banco Central Europeu agrava e a condição financeira da generalidade das pequenas empresas agudiza, mas também altíssimas comissões bancárias». Também os fundos comunitários, lembrou, privilegiam os grandes grupos económicos.
Jerónimo de Sousa lembrou ainda a actividade parlamentar do PCP em defesa dos pequenos empresários. Realçando o facto de os comunistas terem conseguido aprovar o fim do pagamento de IRC, uma vez encerrada a actividade da empresa, o secretário-geral do PCP destaca porém a rejeição das propostas do Partido pelos outros grupos parlamentares.