Greves nos transportes
Os trabalhadores da Soflusa, com a categoria de maquinistas práticos, iniciam hoje mais uma série de paralisações, de duas horas por turno. As greves prosseguem na próxima semana, entre segunda e quarta-feira. Os sindicatos dos Ferroviários, da Mestrança e Marinhagem da Marinha Mercante, e da Marinha Mercante, Agências de Viagens e Pescas, que convocaram a luta, anunciaram para ontem à tarde uma acção de esclarecimento na estação do Terreiro do Paço.
Para amanhã, continuava anunciado o início de uma greve do pessoal da Transado, sem fim determinado, para reclamar o pagamento de salários de Outubro em dívida.
Foi suspensa a greve que esteve anunciada para hoje, na Refer>, porque a administração «reabriu o processo de negociação do Regulamento de Carreiras». Para a entrega da nova proposta da empresa e o reinício das reuniões com o Sindicato dos Ferroviários, contribuíram a convocação da greve e a disponibilidade para a luta, salienta o SNTSF/CGTP-IN, ressalvando que a suspensão da greve «não significa que estejamos de acordo» com a proposta da administração da Refer. Vão decorrer plenários e contactos com os trabalhadores.
Os sindicatos representativos dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa decidiram anteontem avançar com a convocação de greves de cinco horas diárias (das 6.30 às 11.30), a 19 de Dezembro e a 9 e 11 de Janeiro. No dia 13 de Novembro, após a últimas das sete greves realizadas em defesa do Acordo de Empresa, o presidente do Metro aceitou reunir com os sindicatos, marcou nova reunião para dia 23 e, nesta, indiciou alguma vontade de resolver o conflito. Mas, na segunda-feira, o presidente do conselho de gerência acabou por comprovar que falta «disponibilidade para neste momento negociar a prorrogação da cláusula de vigência» do AE, refere a Festru/CGTP-IN. Em nota à comunicação social, a federação considera a posição «no mínimo, inesperada», lembrando as recentes afirmações em que o principal responsável do Metro se afirmava disponível para negociar «fora de um contexto de greves». «Mais uma vez, estamos perante um conselho de gerência manietado, que não tem poderes para decidir sobre o Acordo de Empresa, cabendo esse papel à secretaria de Estado dos Transportes», acusa a Festru.
Para amanhã, continuava anunciado o início de uma greve do pessoal da Transado, sem fim determinado, para reclamar o pagamento de salários de Outubro em dívida.
Foi suspensa a greve que esteve anunciada para hoje, na Refer>, porque a administração «reabriu o processo de negociação do Regulamento de Carreiras». Para a entrega da nova proposta da empresa e o reinício das reuniões com o Sindicato dos Ferroviários, contribuíram a convocação da greve e a disponibilidade para a luta, salienta o SNTSF/CGTP-IN, ressalvando que a suspensão da greve «não significa que estejamos de acordo» com a proposta da administração da Refer. Vão decorrer plenários e contactos com os trabalhadores.
Os sindicatos representativos dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa decidiram anteontem avançar com a convocação de greves de cinco horas diárias (das 6.30 às 11.30), a 19 de Dezembro e a 9 e 11 de Janeiro. No dia 13 de Novembro, após a últimas das sete greves realizadas em defesa do Acordo de Empresa, o presidente do Metro aceitou reunir com os sindicatos, marcou nova reunião para dia 23 e, nesta, indiciou alguma vontade de resolver o conflito. Mas, na segunda-feira, o presidente do conselho de gerência acabou por comprovar que falta «disponibilidade para neste momento negociar a prorrogação da cláusula de vigência» do AE, refere a Festru/CGTP-IN. Em nota à comunicação social, a federação considera a posição «no mínimo, inesperada», lembrando as recentes afirmações em que o principal responsável do Metro se afirmava disponível para negociar «fora de um contexto de greves». «Mais uma vez, estamos perante um conselho de gerência manietado, que não tem poderes para decidir sobre o Acordo de Empresa, cabendo esse papel à secretaria de Estado dos Transportes», acusa a Festru.