7300 vítimas de minas anti-pessoal
Mais de 7300 mil pessoas foram vítimas de minas anti-pessoal em 2005, revelou a 7.ª Conferência dos 151 Estados signatários da Convenção de Otava. Mais de 80 por cento das novas vítimas eram civis, 24 por cento morreram e 21 por cento eram crianças. A Colômbia foi o país onde houve mais feridos.
Estes número são acompanhados pela notícia de que, no ano passado, se registou um recorde da área desminada, com 740 quilómetros quadrados, bem como um decréscimo da doação de fundos para prosseguir o trabalho. Uma boa notícia é o facto de a Guatemala e o Suriname terem concluído a limpeza de todas as áreas minadas nos seus países.
«O uso de minas no mundo é cada vez menor, apesar de ainda se poderem encontrar em pelo menos 78 países», revela o relatório, acrescentando que pelo menos os governos da Rússia, do Nepal e da Birmânia utilizaram este tipo de armas em 2005. O documento refere ainda que os Estados Unidos estão a trabalhar num novo tipo, denominado «Spider».
O objectivo da Convenção de Otava é a proibição de utilização, armazenagem, produção e transferência de minas anti-pessoal e sua destruição, a que aderiram este ano o Brunei, as Ilhas Cook, o Haiti e a Ucrânia. O tratado não foi assinado pelos EUA, Rússia e China.
Estes número são acompanhados pela notícia de que, no ano passado, se registou um recorde da área desminada, com 740 quilómetros quadrados, bem como um decréscimo da doação de fundos para prosseguir o trabalho. Uma boa notícia é o facto de a Guatemala e o Suriname terem concluído a limpeza de todas as áreas minadas nos seus países.
«O uso de minas no mundo é cada vez menor, apesar de ainda se poderem encontrar em pelo menos 78 países», revela o relatório, acrescentando que pelo menos os governos da Rússia, do Nepal e da Birmânia utilizaram este tipo de armas em 2005. O documento refere ainda que os Estados Unidos estão a trabalhar num novo tipo, denominado «Spider».
O objectivo da Convenção de Otava é a proibição de utilização, armazenagem, produção e transferência de minas anti-pessoal e sua destruição, a que aderiram este ano o Brunei, as Ilhas Cook, o Haiti e a Ucrânia. O tratado não foi assinado pelos EUA, Rússia e China.