Não é preciso esperar por Setembro
Não é preciso esperar por Setembro para ouvir a Carvalhesa, a melodia popular portuguesa que se transformou num autêntico hino da Festa do Avante!. Sempre que toca, na abertura e no encerramento dos palcos principais, é dançada por multidões alegres e entusiastas.
Encontra-se à venda o CD comemorativo da 25.ª edição da Festa do Avante!, editado pelo Partido em 2001, e que contém várias versões desta música. As cinco faixas deste CD correspondem a outras tantas versões da melodia, desde o arranjo de 1985, que toca na Festa, ao registo original recolhido em 1970 por Michel Giacometti em Tuiselo, concelho de Vinhais, em Bragança. O registo original foi já editado no primeiro disco da Antologia Regional Portuguesa – intitulado Arquivos Sonoros Portugueses.
No álbum surge também uma versão abreviada do arranjo original de 1985, uma versão para computador de Guilherme Scarpa Inês e José da Ponte e uma versão para piano de Bernardo Sassetti, segundo a pauta publicada em Giacometti, Michel, Cancioneiro Popular Português, do Círculo de Leitores.
A capa é concebida a partir de um desenho de Manuel San Payo e o arranjo gráfico esteve a cargo de Francisco Zarco.
Encontra-se à venda o CD comemorativo da 25.ª edição da Festa do Avante!, editado pelo Partido em 2001, e que contém várias versões desta música. As cinco faixas deste CD correspondem a outras tantas versões da melodia, desde o arranjo de 1985, que toca na Festa, ao registo original recolhido em 1970 por Michel Giacometti em Tuiselo, concelho de Vinhais, em Bragança. O registo original foi já editado no primeiro disco da Antologia Regional Portuguesa – intitulado Arquivos Sonoros Portugueses.
No álbum surge também uma versão abreviada do arranjo original de 1985, uma versão para computador de Guilherme Scarpa Inês e José da Ponte e uma versão para piano de Bernardo Sassetti, segundo a pauta publicada em Giacometti, Michel, Cancioneiro Popular Português, do Círculo de Leitores.
A capa é concebida a partir de um desenho de Manuel San Payo e o arranjo gráfico esteve a cargo de Francisco Zarco.