Mais atentados à Saúde
A Administração Regional de Saúde da Região Centro (ARSC) encerrou, no dia 15 de Julho, durante a noite, os Serviços de Atendimento Permanente (SAPs) de Condeixa, Penacova e Poiares, mantendo a mesma ameaça sobre outros serviços de saúde da região.
A Direcção da Organização Regional de Coimbra do PCP, em tomada de posição pública de protesto, acusa a ARSC de o ter feito sem a criação de uma alternativa para as populações afectadas. Pelo contrário, ela própria encaminha os utentes para as urgências dos hospitais centrais de Coimbra – CHC, HUC e Pediátrico – «já de si entupidas e com taxas moderadoras de 8,50 €», enquanto nos Centros de Saúde estas não ultrapassam os 3,30 €.
«O caminho do desenvolvimento não é o encerramento de serviços públicos mas o seu reforço e aprofundamento», dizem os comunistas de Coimbra, apontando, entre as medidas necessárias para esse objectivo, o apetrechamento dos centros de saúde com meios humanos e outros indispensáveis ao seu funcionamento; a criação de unidades básicas de urgência estrategicamente localizadas; a sistematização e organização de um Sistema de Transporte Rápido (INEM em articulação com os Bombeiros).
Cantanhede
No âmbito da mesma decisão, só no concelho de Cantanhede está também em curso o encerramento das extensões de Saúde de Bolho, Vilamar, Corticeiro de Cima, S. Caetano e eventualmente Murtede.
A Comissão Concelhia de Cantanhede do PCP, a quem cabe a denúncia, considera que estes encerramentos, a concretizarem-se, são tanto mais «desumanos» quanto é sabido que a população do concelho é constituída por mais de 30 por cento de reformados, ou seja uma elevada percentagem de idosos, cujo rendimento per capita está muito abaixo da média nacional. A isto acresce, acusa, a quase inexistência de transportes públicos que assegurem as ligações entre localidades.
O PCP expressa, assim, o seu total apoio ao abaixo-assinado que começou hoje a recolher assinaturas à entrada da feira de Cantanhede contra esta intenção do Governo.
A Direcção da Organização Regional de Coimbra do PCP, em tomada de posição pública de protesto, acusa a ARSC de o ter feito sem a criação de uma alternativa para as populações afectadas. Pelo contrário, ela própria encaminha os utentes para as urgências dos hospitais centrais de Coimbra – CHC, HUC e Pediátrico – «já de si entupidas e com taxas moderadoras de 8,50 €», enquanto nos Centros de Saúde estas não ultrapassam os 3,30 €.
«O caminho do desenvolvimento não é o encerramento de serviços públicos mas o seu reforço e aprofundamento», dizem os comunistas de Coimbra, apontando, entre as medidas necessárias para esse objectivo, o apetrechamento dos centros de saúde com meios humanos e outros indispensáveis ao seu funcionamento; a criação de unidades básicas de urgência estrategicamente localizadas; a sistematização e organização de um Sistema de Transporte Rápido (INEM em articulação com os Bombeiros).
Cantanhede
No âmbito da mesma decisão, só no concelho de Cantanhede está também em curso o encerramento das extensões de Saúde de Bolho, Vilamar, Corticeiro de Cima, S. Caetano e eventualmente Murtede.
A Comissão Concelhia de Cantanhede do PCP, a quem cabe a denúncia, considera que estes encerramentos, a concretizarem-se, são tanto mais «desumanos» quanto é sabido que a população do concelho é constituída por mais de 30 por cento de reformados, ou seja uma elevada percentagem de idosos, cujo rendimento per capita está muito abaixo da média nacional. A isto acresce, acusa, a quase inexistência de transportes públicos que assegurem as ligações entre localidades.
O PCP expressa, assim, o seu total apoio ao abaixo-assinado que começou hoje a recolher assinaturas à entrada da feira de Cantanhede contra esta intenção do Governo.