Gaza continua sob fogo
O primeiro-ministro israelita, Ehud Olmert, recusou, segunda-feira, suspender a campanha militar contra a Faixa de Gaza, iniciada no passado dia 25 de Junho.
Apesar do tom crítico da UE quanto ao «uso desproporcionado da força» contra o território sob a alçada da Autoridade Nacional Palestiniana, Olmert não admite declarar tréguas e vai avisando que os ataques se vão manter por «tempo indeterminado».
No mesmo dia, a aviação israelita disparou vários mísseis contra as cidades de Khan Younis e Abassan. Bombardeamentos semelhantes contra Gaza foram ainda efectuados pela marinha de guerra de Tel Avive. Desde o início da agressão já morreram mais de 50 palestinianos e dezenas de militantes, dirigentes, responsáveis governamentais e deputados do Hamas foram sequestrados por Israel.
Sábado, o gabinete do chefe do executivo palestiniano, Ismail Haniyeh, emitiu um comunicado oficial no qual propõe «que todas as partes restaurem a calma com base na interrupção das operações militares». Israel recusou e apelou à imediata libertação de Gilad Shalit, o soldado feito prisioneiro por um grupo armado e principal argumento de Israel para o regresso ao conflito armado com os vizinhos palestinianos.
No dia anterior, sexta-feira, o Conselho de Direitos Humanos da ONU condenou a invasão da Faixa de Gaza pelo exército de Israel e exigiu a Olmert o fim das acções violentas contra o povo palestiniano.
Apesar do tom crítico da UE quanto ao «uso desproporcionado da força» contra o território sob a alçada da Autoridade Nacional Palestiniana, Olmert não admite declarar tréguas e vai avisando que os ataques se vão manter por «tempo indeterminado».
No mesmo dia, a aviação israelita disparou vários mísseis contra as cidades de Khan Younis e Abassan. Bombardeamentos semelhantes contra Gaza foram ainda efectuados pela marinha de guerra de Tel Avive. Desde o início da agressão já morreram mais de 50 palestinianos e dezenas de militantes, dirigentes, responsáveis governamentais e deputados do Hamas foram sequestrados por Israel.
Sábado, o gabinete do chefe do executivo palestiniano, Ismail Haniyeh, emitiu um comunicado oficial no qual propõe «que todas as partes restaurem a calma com base na interrupção das operações militares». Israel recusou e apelou à imediata libertação de Gilad Shalit, o soldado feito prisioneiro por um grupo armado e principal argumento de Israel para o regresso ao conflito armado com os vizinhos palestinianos.
No dia anterior, sexta-feira, o Conselho de Direitos Humanos da ONU condenou a invasão da Faixa de Gaza pelo exército de Israel e exigiu a Olmert o fim das acções violentas contra o povo palestiniano.