EUA recrutam neonazis
O aparecimento de grafittis de carácter racista em Bagadad confirmou que o exército dos EUA está a recrutar membros do grupo neonazi «Nação Ariana» para a frente de combate no Iraque.
De acordo com uma notícia publicada anteontem no Diário de Notícias, a situação é do conhecimento do Pentágono, que entre assumir a queda vertiginosa do número de recrutamentos junto dos cidadãos norte-americanos e admitir extremistas de direita conotados com as teorias da «supremacia branca», parece preferir a segunda opção, muito embora os critérios de selecção para o corpo militar dos EUA excluam, em teoria, indivíduos conotados com a extrema-direita racista.
Uma organização política dos EUA, a SPLC, citada pelo jornal, alerta para os apelos constantes em publicações do referido grupo no sentido dos seus activistas se alistarem no exército, forma rápida de adquirirem treino táctico de combate e com armas de fogo em situação real.
Acresce, segundo a SPLC, que os neonazis aprendem outras valências e técnicas durante a recruta, tais como o manejo de explosivos, à semelhança do que aconteceu com Timothy McVeigh, veterano da Guerra do Golfo, militante de um grupo fascista e responsável pelo atentado contra um edifício público em Oklahoma, em 1995.
De acordo com uma notícia publicada anteontem no Diário de Notícias, a situação é do conhecimento do Pentágono, que entre assumir a queda vertiginosa do número de recrutamentos junto dos cidadãos norte-americanos e admitir extremistas de direita conotados com as teorias da «supremacia branca», parece preferir a segunda opção, muito embora os critérios de selecção para o corpo militar dos EUA excluam, em teoria, indivíduos conotados com a extrema-direita racista.
Uma organização política dos EUA, a SPLC, citada pelo jornal, alerta para os apelos constantes em publicações do referido grupo no sentido dos seus activistas se alistarem no exército, forma rápida de adquirirem treino táctico de combate e com armas de fogo em situação real.
Acresce, segundo a SPLC, que os neonazis aprendem outras valências e técnicas durante a recruta, tais como o manejo de explosivos, à semelhança do que aconteceu com Timothy McVeigh, veterano da Guerra do Golfo, militante de um grupo fascista e responsável pelo atentado contra um edifício público em Oklahoma, em 1995.