Novas formas de escravatura
Mais de 12 milhões de seres humanos são vítimas de formas modernas de escravatura e a situação está a agravar-se na Europa, denunciou, dia 10, Patrick Belsen, perito em trabalho forçado na Organização Internacional do Trabalho, em Genebra.
Segundo a Lusa, o perito da OIT foi peremptório: «Na Europa, o trabalho forçado está a aumentar.»
Por seu lado, a Organização Mundial para as Migrações anunciou que, anualmente, estão a ser traficadas, em todo o mundo, entre 700 mil e 2 milhões de pessoas.
O alerta foi dado no dia em que, pela primeira vez, a França celebrou a abolição da escravatura, em 1848.
O relatório salienta que dois terços do fenómeno no continente europeu devem-se à prostituição. Mas, o trabalho forçado está também a surgir em sectores como a agricultura ou a restauração, denunciou o especialista, que enunciou o relatório do ano passado, que revelou existirem 12,3 milhões de vítimas de trabalho forçado.
A Ásia é o continente mais afectado com 9,5 milhões. Na América Latina foram apurados 1,3 milhões. A África sub-saariana registou 660 mil, e na África do Norte e Médio Oriente foram detectados 260 mil.
Mas também nos países industrializados, 360 mil pessoas estão sujeitas a trabalhos forçados. A estas são somadas 210 mil, nas «economias de transição».
55 por cento dos trabalhadores forçados são do sexo feminino e cerca de metade têm menos de 18 anos.
O relatório salienta que as novas formas de escravatura são induzidas pela globalização e o crescimento da imigração ilegal para países desenvolvidos.
Segundo a Lusa, o perito da OIT foi peremptório: «Na Europa, o trabalho forçado está a aumentar.»
Por seu lado, a Organização Mundial para as Migrações anunciou que, anualmente, estão a ser traficadas, em todo o mundo, entre 700 mil e 2 milhões de pessoas.
O alerta foi dado no dia em que, pela primeira vez, a França celebrou a abolição da escravatura, em 1848.
O relatório salienta que dois terços do fenómeno no continente europeu devem-se à prostituição. Mas, o trabalho forçado está também a surgir em sectores como a agricultura ou a restauração, denunciou o especialista, que enunciou o relatório do ano passado, que revelou existirem 12,3 milhões de vítimas de trabalho forçado.
A Ásia é o continente mais afectado com 9,5 milhões. Na América Latina foram apurados 1,3 milhões. A África sub-saariana registou 660 mil, e na África do Norte e Médio Oriente foram detectados 260 mil.
Mas também nos países industrializados, 360 mil pessoas estão sujeitas a trabalhos forçados. A estas são somadas 210 mil, nas «economias de transição».
55 por cento dos trabalhadores forçados são do sexo feminino e cerca de metade têm menos de 18 anos.
O relatório salienta que as novas formas de escravatura são induzidas pela globalização e o crescimento da imigração ilegal para países desenvolvidos.