Portugal perde na Europa
O acordo alcançado sobre as perspectivas financeiras do III Quadro Comunitário de Apoio (QCA) suscita muitas preocupações à Direcção da Organização Regional do Algarve do PCP. Para os comunistas, o acordo entre o Conselho Europeu, a Comissão Europeia e o Parlamento, significa um corte de 10 por cento para Portugal. O País vai-se debater com uma perda de um milhão de euros/dia, o equivalente ao Fundo de Coesão.
Referindo-se a «notícias diversas» que dão conta de elevados cortes para o Algarve, a DORAL acusa que a região passou a constar das regiões ricas «não pelo seu progresso ao nível de desenvolvimento, mas por malabarismos estatísticos que nos colocam num patamar que não corresponde à realidade».
Os deputados do PCP no Parlamento Europeu suscitaram o problema das possíveis consequências do chamado «efeito estatístico» sobre o Algarve, informa a DORAL, que lembra que o deputado do PCP, Pedro Guerreiro, produziu uma declaração de voto escrita onde afirma que as «verbas acordadas são manifestamente insuficientes para fazer face à situação económica, social e ambiental que se vive na UE alargada.
Referindo-se a «notícias diversas» que dão conta de elevados cortes para o Algarve, a DORAL acusa que a região passou a constar das regiões ricas «não pelo seu progresso ao nível de desenvolvimento, mas por malabarismos estatísticos que nos colocam num patamar que não corresponde à realidade».
Os deputados do PCP no Parlamento Europeu suscitaram o problema das possíveis consequências do chamado «efeito estatístico» sobre o Algarve, informa a DORAL, que lembra que o deputado do PCP, Pedro Guerreiro, produziu uma declaração de voto escrita onde afirma que as «verbas acordadas são manifestamente insuficientes para fazer face à situação económica, social e ambiental que se vive na UE alargada.