Acidentes de trabalho não são fatalidade
«Está provado que os acidentes de trabalho não são uma fatalidade, são quase sempre o resultado da falta de condições de segurança», afirma a Direcção da Organização Regional de Setúbal, numa nota de imprensa evocativa do dia nacional de prevenção e segurança no trabalho, que se assinalou no passado dia 28. Os comunistas de Setúbal entendem que «não se pode conseguir o progresso nos domínios social e económico que continuarmos a pagar um tributo tão grande em vítimas como acontece actualmente».
Os números registados no País são chocantes, considera a DORS. Só em 2005, terão falecido por doenças profissionais 1970 trabalhadores. Somando os acidentes de trabalho, as mortes ascendem às 2100, denuncia o PCP. Mas estes números podem não corresponder à realidade, afirmam os comunistas. «Na verdade, acreditamos que pecam por escassos.»
Quanto às doenças profissionais, a DORS realça que «reina o desconhecimento». Milhares de trabalhadores que sofrem de doenças profissionais – como as tendinites - «não vêem as suas doenças profissionais reconhecidas, acusa a direcção comunista, denunciando a existência de «obstáculos formais e legais».
«Os trabalhadores têm o direito à segurança», afirma o PCP. Isto implica que nos locais de trabalho «sejam tomadas medidas preventivas que evitem as doenças e acidentes de trabalho». Para o PCP, uma questão se coloca no dia nacional de prevenção e segurança no trabalho: «Por quanto tempo mais vamos ter de assistir a estas mortes, aos mutilados, às doenças profissionais, sem que o Estado tome medidas para evitar este flagelo?»
Os números registados no País são chocantes, considera a DORS. Só em 2005, terão falecido por doenças profissionais 1970 trabalhadores. Somando os acidentes de trabalho, as mortes ascendem às 2100, denuncia o PCP. Mas estes números podem não corresponder à realidade, afirmam os comunistas. «Na verdade, acreditamos que pecam por escassos.»
Quanto às doenças profissionais, a DORS realça que «reina o desconhecimento». Milhares de trabalhadores que sofrem de doenças profissionais – como as tendinites - «não vêem as suas doenças profissionais reconhecidas, acusa a direcção comunista, denunciando a existência de «obstáculos formais e legais».
«Os trabalhadores têm o direito à segurança», afirma o PCP. Isto implica que nos locais de trabalho «sejam tomadas medidas preventivas que evitem as doenças e acidentes de trabalho». Para o PCP, uma questão se coloca no dia nacional de prevenção e segurança no trabalho: «Por quanto tempo mais vamos ter de assistir a estas mortes, aos mutilados, às doenças profissionais, sem que o Estado tome medidas para evitar este flagelo?»