Polícias
Os temas mais importantes não foram discutidos na reunião que a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia teve dia 11 no Ministério da Administração Interna, lamentou Alberto Torres. O presidente da ASPP disse à Agência Lusa que a reunião, a pedido do Governo, serviu para discutir alterações ao estatuto dos profissionais da PSP, nomeadamente promoções de oficiais, e o regulamento interno de avaliação. Neste caso, explicou, o regulamento prevê que os profissionais que não concordem com a avaliação que lhes é feita possam recorrer para uma comissão paritária, que o Governo não quer com poder vinculativo, ao contrário do sindicato.
Nenhum dos verdadeiros problemas da Polícia e dos polícias foi discutido, nomeadamente os que estão contidos num documento de 39 pontos que o sindicato entregou há um ano ao Governo, concretizou Alberto Torres, referindo que a reunião não contou sequer com a presença do ministro, que criticou duramente a ASPP por ter promovido vigílias de protesto em todo o País durante o mês passado e por ter distribuído nos aeroportos um documento apresentando as principais queixas dos polícias. A ASPP exige, nomeadamente, o cumprimento da lei sindical, promoções em atraso, manutenção do regime de aposentações, preenchimento de vagas, tabela única de serviços remunerados e aumento de 25 por cento, e melhores condições de trabalho.
Nenhum dos verdadeiros problemas da Polícia e dos polícias foi discutido, nomeadamente os que estão contidos num documento de 39 pontos que o sindicato entregou há um ano ao Governo, concretizou Alberto Torres, referindo que a reunião não contou sequer com a presença do ministro, que criticou duramente a ASPP por ter promovido vigílias de protesto em todo o País durante o mês passado e por ter distribuído nos aeroportos um documento apresentando as principais queixas dos polícias. A ASPP exige, nomeadamente, o cumprimento da lei sindical, promoções em atraso, manutenção do regime de aposentações, preenchimento de vagas, tabela única de serviços remunerados e aumento de 25 por cento, e melhores condições de trabalho.