Não apaguem a memória!
O movimento «Não apaguem a memória» denunciou, sexta-feira da semana passada, em comunicado aos órgãos de comunicação social, a constituição como arguidos de dois dos seus membros após uma manifestação pacífica contra a edificação de um condomínio privado no espaço da antiga sede da PIDE, na Rua António Maria Cardoso, em Lisboa.
A associação considera a convocação judicial de Duran Clemente e João Almeida como «uma incompreensível acção intimidatória» e uma «ridícula e injustificada perseguição policial», pelo que apelam à formação de um «firme e mais vasto movimento de repúdio na sociedade portuguesa».
A estrutura acrescenta que o protesto foi um «acto de liberdade, que não devia ser perseguido nem criminalizado, mas valorizado», até porque em causa está a luta pela «preservação da memória colectiva sobre a ditadura», disseram.
A associação considera a convocação judicial de Duran Clemente e João Almeida como «uma incompreensível acção intimidatória» e uma «ridícula e injustificada perseguição policial», pelo que apelam à formação de um «firme e mais vasto movimento de repúdio na sociedade portuguesa».
A estrutura acrescenta que o protesto foi um «acto de liberdade, que não devia ser perseguido nem criminalizado, mas valorizado», até porque em causa está a luta pela «preservação da memória colectiva sobre a ditadura», disseram.