Na «prateleira»
No Jornal de Notícias, a administração criou uma «ilegal situação de desocupação profissional» a um desenhador-ilustrador, que mantém desde o início de Março. De acordo com um comunicado do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Celulose, Papel, Gráfica e Imprensa, «a negação, por parte da empresa, do direito ao trabalho» deve-se a pressões da administração para que o trabalhador
assine o acordo de rescisão de contrato, que aquele sempre recusou. Por este motivo, desde Março que o trabalhador está «na prateleira», não lhe sendo atribuído serviço próprio das suas funções pelos editores responsáveis pela secção onde trabalha. A par da desocupação, está também a ser-lhe imposta uma diminuição do salário. Trata-se de uma actuação empresarial, à semelhança de outra lamentável situação criada a quatro jornalistas no diário 24 Horas, também do Grupo Lusomundo-PT. O sindicato apelou já à intervenção da IGT e enviou uma exposição ao Presidente da República, à Assembleia da República e ao primeiro-ministro.
assine o acordo de rescisão de contrato, que aquele sempre recusou. Por este motivo, desde Março que o trabalhador está «na prateleira», não lhe sendo atribuído serviço próprio das suas funções pelos editores responsáveis pela secção onde trabalha. A par da desocupação, está também a ser-lhe imposta uma diminuição do salário. Trata-se de uma actuação empresarial, à semelhança de outra lamentável situação criada a quatro jornalistas no diário 24 Horas, também do Grupo Lusomundo-PT. O sindicato apelou já à intervenção da IGT e enviou uma exposição ao Presidente da República, à Assembleia da República e ao primeiro-ministro.