Condenável desautorização
O inquérito instaurado pela Administração da Lusa ao incidente relacionado com iniciativas jornalísticas sobre a cobertura das escolas portuguesas com rede de banda larga traduz, segundo o Sindicato dos Jornalistas (SJ), uma «condenável desautorização da hierarquia da Direcção de Informação e uma ingerência ilegítima da Administração num domínio que não é o seu».
Em comunicado divulgado sexta-feira, o SJ manifesta a sua preocupação pela ingerência da empresa em matéria «exclusivamente editorial», e adverte que «só à Directora de Informação da agência podem ser solicitados os esclarecimentos que se revelarem úteis» para a defesa da imagem pública da Lusa.
Sublinhando que o comunicado do CR sobre o assunto «traduz um importante esforço de análise, de discussão interna, de crítica e autocrítica, sem prejudicar o direito à divergência», o SJ «apela aos jornalistas de Lusa para que se mantenham firmes na defesa da independência editorial da agência, rejeitando quaisquer pressões externas ou internas».
Em comunicado divulgado sexta-feira, o SJ manifesta a sua preocupação pela ingerência da empresa em matéria «exclusivamente editorial», e adverte que «só à Directora de Informação da agência podem ser solicitados os esclarecimentos que se revelarem úteis» para a defesa da imagem pública da Lusa.
Sublinhando que o comunicado do CR sobre o assunto «traduz um importante esforço de análise, de discussão interna, de crítica e autocrítica, sem prejudicar o direito à divergência», o SJ «apela aos jornalistas de Lusa para que se mantenham firmes na defesa da independência editorial da agência, rejeitando quaisquer pressões externas ou internas».