Beja contra degradação dos transportes públicos
A Assembleia Municipal de Beja criticou, na passada semana, a «degradação» dos serviços prestados pela Rodoviário do Alentejo (RA) à população do concelho. Numa moção de protesto, depois de aprovada por unanimidade na última reunião da assembleia, os autarcas contestaram a alegada redução do número de carreiras para a aldeia do Penedo Gordo, a alteração «arbitrária» de itinerários e os aumentos previstos para as tarifas.
Em declarações à comunicação social, José Lemos, presidente da Junta de Freguesia de Santiago Maior e autor da moção (CDU), disse que a RA «diminuiu o número de autocarros para a aldeia de Penedo Gordo, com natural prejuízo para os utentes». Segundo o autarca, a transportadora prevê também alterar o que foi estabelecido com a autarquia sobre o serviço prestado àquela aldeia.
De acordo com José Lemos, esta povoação, situada a cinco quilómetros de Beja e integrada numa freguesia da cidade, é servida por carreiras urbanas com tarifas reduzidas. No entanto, acrescentou, «a RA prevê alterar o tipo de carreiras para Penedo Gordo, que passam a ser consideradas interurbanas, quase que triplicando o preço dos bilhetes», explicou.
O autarca da CDU criticou também o que considerou uma «alteração arbitrária» do itenerário do autocarro que transporta alunos que se deslocam da Escola EB 2,3 de Santiago Maior para a aldeia de Santa Vitória. O autor da moção condenou ainda os alegados aumentos das tarifas previstos pela RA, que, concretizou, «em alguns casos, estão muito acima do tecto máximo de 2,3 por cento fixado pelo Governo para o aumento das tarifas dos transportes públicos».
Uma prioridade para a sociedade
Também, por iniciativa dos eleitos da CDU, a Assembleia de Freguesia do Estoril aprovou uma moção exigindo melhores transportes públicos para a região. O documento denuncia que a SCOTTURB tem vindo a prestar um mau serviço à população da freguesia, após ter alterado, a 16 de Agosto, o horário das carreiras e retirada dos autocarros de desdobramento que conduz a uma maior lotação das carreiras normais, as quais circulam muitas vezes sem as regras de segurança indispensáveis.
«Esta operadora rodoviária não cumpre com as suas obrigações decorrentes da concepção que lhe foi atribuída, não se inibindo, no entanto, de aumentar o preço dos serviços quando autorizada pelos governos», alerta a moção, apresentada pela CDU, informando que esta empresa recebeu, recentemente, «uma fatia de 9,1 milhões de euros, do erário público, para prestação do serviço social, dando em contrapartida aos seus utentes na freguesia do Estoril um mau serviço».
Neste sentido, porque a utilização do transporte público é uma prioridade na sociedade, pelo que urge a tomada de medidas concretas para a melhoria do serviço pela SCOTTURB, a Assembleia de Freguesia do Estoril reclama da empresa de transportes «a melhoria do serviço prestado, adequando horários e o número de autocarros às necessidades da população da freguesia» e apela à Junta de Freguesia que «diligencie junto desta empresa, no sentido da rectificação da actual situação».
Foi ainda aprovada uma outra moção, da CDU, para que seja recolocada, pela REFER, na passagem de nível de S. Pedro do Estoril a unidade de trabalho que ali existia, até à construção da passagem desnivelada, de modo a prevenir qualquer acidente grave neste ponto da linha férrea.
Em declarações à comunicação social, José Lemos, presidente da Junta de Freguesia de Santiago Maior e autor da moção (CDU), disse que a RA «diminuiu o número de autocarros para a aldeia de Penedo Gordo, com natural prejuízo para os utentes». Segundo o autarca, a transportadora prevê também alterar o que foi estabelecido com a autarquia sobre o serviço prestado àquela aldeia.
De acordo com José Lemos, esta povoação, situada a cinco quilómetros de Beja e integrada numa freguesia da cidade, é servida por carreiras urbanas com tarifas reduzidas. No entanto, acrescentou, «a RA prevê alterar o tipo de carreiras para Penedo Gordo, que passam a ser consideradas interurbanas, quase que triplicando o preço dos bilhetes», explicou.
O autarca da CDU criticou também o que considerou uma «alteração arbitrária» do itenerário do autocarro que transporta alunos que se deslocam da Escola EB 2,3 de Santiago Maior para a aldeia de Santa Vitória. O autor da moção condenou ainda os alegados aumentos das tarifas previstos pela RA, que, concretizou, «em alguns casos, estão muito acima do tecto máximo de 2,3 por cento fixado pelo Governo para o aumento das tarifas dos transportes públicos».
Uma prioridade para a sociedade
Também, por iniciativa dos eleitos da CDU, a Assembleia de Freguesia do Estoril aprovou uma moção exigindo melhores transportes públicos para a região. O documento denuncia que a SCOTTURB tem vindo a prestar um mau serviço à população da freguesia, após ter alterado, a 16 de Agosto, o horário das carreiras e retirada dos autocarros de desdobramento que conduz a uma maior lotação das carreiras normais, as quais circulam muitas vezes sem as regras de segurança indispensáveis.
«Esta operadora rodoviária não cumpre com as suas obrigações decorrentes da concepção que lhe foi atribuída, não se inibindo, no entanto, de aumentar o preço dos serviços quando autorizada pelos governos», alerta a moção, apresentada pela CDU, informando que esta empresa recebeu, recentemente, «uma fatia de 9,1 milhões de euros, do erário público, para prestação do serviço social, dando em contrapartida aos seus utentes na freguesia do Estoril um mau serviço».
Neste sentido, porque a utilização do transporte público é uma prioridade na sociedade, pelo que urge a tomada de medidas concretas para a melhoria do serviço pela SCOTTURB, a Assembleia de Freguesia do Estoril reclama da empresa de transportes «a melhoria do serviço prestado, adequando horários e o número de autocarros às necessidades da população da freguesia» e apela à Junta de Freguesia que «diligencie junto desta empresa, no sentido da rectificação da actual situação».
Foi ainda aprovada uma outra moção, da CDU, para que seja recolocada, pela REFER, na passagem de nível de S. Pedro do Estoril a unidade de trabalho que ali existia, até à construção da passagem desnivelada, de modo a prevenir qualquer acidente grave neste ponto da linha férrea.