PS e PSD ignoram diáspora
A Direcção da Organização na Emigração do PCP está indignada com o facto de o PS e o PSD terem chumbado todas as propostas que o Partido apresentou de reforço de verbas para as Comunidades Portuguesas. Nem sequer o reforço de 20 euros para o regular funcionamento do Conselho das Comunidades Portuguesas foi aprovado, apesar de o Governo afirmar que atribui grande importância ao CCP e o PSD, agora na oposição, ter apresentado um projecto de alteração à Lei do CCP que prevê um financiamento muito superior.
Reprovada foi, igualmente, a proposta de dotação de 9 milhões de euros para um «programa de promoção, expansão e qualificação do ensino da língua e cultura portuguesas no estrangeiro», quando é sabido que o ensino da língua e cultura portuguesas no estrangeiro não pode continuar a ser encarado como uma «despesa» mas sim como «uma opção estratégica, que exige um corte radical com as orientações até aqui seguidas pelos governos do PS e do PSD».
Mas para o PCP, que viu também chumbada a proposta de reforço de verbas para a divulgação do Recenseamento Eleitoral junto das comunidades portuguesas, é «incompreensível» e «mesmo inaceitável» que um Estado que se diz moderno, «continue a utilizar estimativas para quantificar o número de cidadãos portugueses residentes no estrangeiro». É isto, no entanto, que vai continuar a acontecer, denuncia, visto que também a sua proposta para resolver o problema foi reprovada. Como na mesma vai ficar, aliás, o compromisso assumido pelo Governo relativo ao pagamento da actualização salarial de 2001 dos trabalhadores dos Serviços Externos do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Na verdade, apesar de o Ministro da Tutela considerar «escandalosa» esta última situação, igualmente foi reprovada a verba de 685 mil euros proposta, e acordada na altura entre o Sindicato dos Trabalhadores Consulares e das Missões Diplomáticas (STCDE) e o Ministério dos Negócios Estrangeiros.
Esta rejeição sistemática das propostas do PCP, leva mesmo a Direcção da Emigração a concluir que, «quando se trata de medidas concretas em matéria de comunidades portuguesas», o PS e o PSD, continuam a não responder aos reais problemas e aspirações da nossa diáspora e a prosseguir «orientações políticas herdadas do passado».
Reprovada foi, igualmente, a proposta de dotação de 9 milhões de euros para um «programa de promoção, expansão e qualificação do ensino da língua e cultura portuguesas no estrangeiro», quando é sabido que o ensino da língua e cultura portuguesas no estrangeiro não pode continuar a ser encarado como uma «despesa» mas sim como «uma opção estratégica, que exige um corte radical com as orientações até aqui seguidas pelos governos do PS e do PSD».
Mas para o PCP, que viu também chumbada a proposta de reforço de verbas para a divulgação do Recenseamento Eleitoral junto das comunidades portuguesas, é «incompreensível» e «mesmo inaceitável» que um Estado que se diz moderno, «continue a utilizar estimativas para quantificar o número de cidadãos portugueses residentes no estrangeiro». É isto, no entanto, que vai continuar a acontecer, denuncia, visto que também a sua proposta para resolver o problema foi reprovada. Como na mesma vai ficar, aliás, o compromisso assumido pelo Governo relativo ao pagamento da actualização salarial de 2001 dos trabalhadores dos Serviços Externos do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Na verdade, apesar de o Ministro da Tutela considerar «escandalosa» esta última situação, igualmente foi reprovada a verba de 685 mil euros proposta, e acordada na altura entre o Sindicato dos Trabalhadores Consulares e das Missões Diplomáticas (STCDE) e o Ministério dos Negócios Estrangeiros.
Esta rejeição sistemática das propostas do PCP, leva mesmo a Direcção da Emigração a concluir que, «quando se trata de medidas concretas em matéria de comunidades portuguesas», o PS e o PSD, continuam a não responder aos reais problemas e aspirações da nossa diáspora e a prosseguir «orientações políticas herdadas do passado».