Peruanos exigem extradição de Fujimori
Milhares peruanos desfilaram anteontem, 15 de Novembro, nas principais cidades do país exigindo a extradição do ex-presidente Alberto Fujimori.
A marcha, sob o lema «Contra a corrupção e a impunidade», foi convocada pela Confederação Geral de Trabalhadores do Peru (CGTP) e apoiada por organizações de defesa dos direitos humanos e da sociedade civil.
Na capital, Lima, os mais de 20 000 manifestantes concentraram-se na Praça 2 de Maio, partindo daí para o Palácio da Justiça, onde a Coordenadora Nacional de Direitos Humanos fez entrega de um memorando dos crimes que pesam sobre Fujimori.
Segundo a Prensa Latina (PL), os manifestantes rumaram depois para a embaixada do Chile, onde acenderam velas e se mantiveram em vigília para exigir das autoridades chilenas que entregue o ex-presidente à justiça do Peru.
Em declarações à PL, o advogado Alfredo Etcheverry, representante do Estado peruano no Chile, adiantou que o julgamento para a extradição de Fujimori não poderá começar antes do final do ano, já que o processo que o governo de Lima está a preparar para formalizar o pedido só estará pronto nessa altura, ou seja, no limite dos 60 dias de que dispõe legalmente para o efeito.
Alberto Fujimori está preso há 11 dias na Escola da Polícia em Santiago, aguardando o início do processo, e de acordo com os especialistas citados pela PL são «remotas» as possibilidades de que o Tribunal de Apelação dê provimento ao recurso de acolhimento apresentado em seu favor.
A demora no processo liquida as pretensões dos apoiantes de Fujimori, que admitiam poder inscrevê-lo em Lima como candidato às presidenciais até 9 de Janeiro de 2006, data limite para a apresentação de candidaturas. Recorde-se que o governo chileno já fez saber que não permitirá que a candidatura de Fujimori seja tratada a partir do Chile.
Na capital, Lima, os mais de 20 000 manifestantes concentraram-se na Praça 2 de Maio, partindo daí para o Palácio da Justiça, onde a Coordenadora Nacional de Direitos Humanos fez entrega de um memorando dos crimes que pesam sobre Fujimori.
Segundo a Prensa Latina (PL), os manifestantes rumaram depois para a embaixada do Chile, onde acenderam velas e se mantiveram em vigília para exigir das autoridades chilenas que entregue o ex-presidente à justiça do Peru.
Em declarações à PL, o advogado Alfredo Etcheverry, representante do Estado peruano no Chile, adiantou que o julgamento para a extradição de Fujimori não poderá começar antes do final do ano, já que o processo que o governo de Lima está a preparar para formalizar o pedido só estará pronto nessa altura, ou seja, no limite dos 60 dias de que dispõe legalmente para o efeito.
Alberto Fujimori está preso há 11 dias na Escola da Polícia em Santiago, aguardando o início do processo, e de acordo com os especialistas citados pela PL são «remotas» as possibilidades de que o Tribunal de Apelação dê provimento ao recurso de acolhimento apresentado em seu favor.
A demora no processo liquida as pretensões dos apoiantes de Fujimori, que admitiam poder inscrevê-lo em Lima como candidato às presidenciais até 9 de Janeiro de 2006, data limite para a apresentação de candidaturas. Recorde-se que o governo chileno já fez saber que não permitirá que a candidatura de Fujimori seja tratada a partir do Chile.