Instabilidade na Guiné-Bissau
Um «golpe de Estado constitucional», assim classificou o primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Carlos Gomes Júnior, a demissão de que foi alvo decretada pelo presidente guineense, João Bernardo "Nino" Vieira.
Em declarações aos jornalistas, aquele dirigente do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) denunciou a impossibilidade de os membros do executivo entrarem nos respectivos gabinetes de trabalho, vigiados por militares.
Carlos Gomes Júnior mostrou-se surpreendido por "Nino" Vieira ter tomado aquela decisão apenas 28 dias depois de ter sido empossado presidente da Guiné-Bissau, considerando que os pressupostos apresentados pelo chefe de Estado são «falsos».
Em declarações aos jornalistas, aquele dirigente do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) denunciou a impossibilidade de os membros do executivo entrarem nos respectivos gabinetes de trabalho, vigiados por militares.
Carlos Gomes Júnior mostrou-se surpreendido por "Nino" Vieira ter tomado aquela decisão apenas 28 dias depois de ter sido empossado presidente da Guiné-Bissau, considerando que os pressupostos apresentados pelo chefe de Estado são «falsos».