Não ao aborto clandestino
O Movimento Democrático de Mulheres considerou «inaceitável» a insistência do PS no referendo como única via para solucionar a questão do aborto clandestino.
Comentando as declarações do secretário-geral do PS e Primeiro-Ministro José Sócrates, proferidas após a recusa do Tribunal Constitucional à proposta da maioria socialista de referendo ao aborto, o MDM, em nota à imprensa, repudia este novo adiamento da resolução do problema do aborto clandestino, entendendo que o mesmo reflecte o profundo autismo do PS relativamente às «opiniões e recomendações» de instâncias como a Organização Mundial de Saúde e o Parlamento Europeu. Não escondendo a sua indignação perante esta situação, o MDM reitera a sua convicção de que a aprovação de uma nova lei da IVG na AR «é o único caminho viável, aceitável e consequente», afirmando que tudo fará para que a decisão do TC não venha a constituir uma «nova tábua de salvação» para um PS que, «sem rumo definido», continua «a dar a mão a todos os desígnios das forças conservadoras».
Comentando as declarações do secretário-geral do PS e Primeiro-Ministro José Sócrates, proferidas após a recusa do Tribunal Constitucional à proposta da maioria socialista de referendo ao aborto, o MDM, em nota à imprensa, repudia este novo adiamento da resolução do problema do aborto clandestino, entendendo que o mesmo reflecte o profundo autismo do PS relativamente às «opiniões e recomendações» de instâncias como a Organização Mundial de Saúde e o Parlamento Europeu. Não escondendo a sua indignação perante esta situação, o MDM reitera a sua convicção de que a aprovação de uma nova lei da IVG na AR «é o único caminho viável, aceitável e consequente», afirmando que tudo fará para que a decisão do TC não venha a constituir uma «nova tábua de salvação» para um PS que, «sem rumo definido», continua «a dar a mão a todos os desígnios das forças conservadoras».