Degradação ambiental no rio Almonda
Várias deficiências nas Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) junto ao rio Almonda, em Torres Novas, foram relatadas pelo Ministério do Ambiente numa resposta a um requerimento parlamentar, revelou, no domingo, o PCP.
De acordo com os serviços de fiscalização do ministério, foram «detectadas descargas de efluentes domésticos, sem tratamento» de algumas localidade e a ETAR de Riachos «é apontada como a principal fonte poluidora da Vala das Cordas», efluente do rio Almanda. Além disso, «a linha de água onde se efectua a descarga desta ETAR está assoreada, causando a estagnação das águas» e criando «o maior foco de poluição» da bacioa hidrográfica, refere a resposta do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional a um requerimento do deputado comunista Miguel Tiago.
No requerimento, Miguel Tiago aponta ainda a existência de uma «galopante degradação ambiental» do rio, com «valas e fossas abertas através de campos de cultivo, sem qualquer impermeabilização».
De acordo com os serviços de fiscalização do ministério, foram «detectadas descargas de efluentes domésticos, sem tratamento» de algumas localidade e a ETAR de Riachos «é apontada como a principal fonte poluidora da Vala das Cordas», efluente do rio Almanda. Além disso, «a linha de água onde se efectua a descarga desta ETAR está assoreada, causando a estagnação das águas» e criando «o maior foco de poluição» da bacioa hidrográfica, refere a resposta do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional a um requerimento do deputado comunista Miguel Tiago.
No requerimento, Miguel Tiago aponta ainda a existência de uma «galopante degradação ambiental» do rio, com «valas e fossas abertas através de campos de cultivo, sem qualquer impermeabilização».