Crianças sujeitas a exploração
Segundo dados revelados esta semana pela Confederação Nacional de Acção Sobre o Trabalho Infantil (CNASTI), em Portugal, cerca de 47 mil crianças trabalham nas mais diversas áreas de actividade, com particular destaque para a agricultura, a industria têxtil e as superfícies comerciais, mas também na execução de múltiplas tarefas domésticas.
As dificuldades económicas e as consequentes deficiências nas condições de vida das famílias estão na base da exploração do trabalho infantil. Os menores de 16 anos são mão-de-obra barata e precária ao alcance dos patrões, os quais, não raras vezes, gozam do consentimento dos pais e da quase absoluta ineficiência dos meios de fiscalização postos à disposição das entidades competentes.
Os indicadores ao nível mundial revelam dados ainda mais alarmantes. Estimativas recentes afirmam que quase 250 milhões de crianças encontram-se integradas no mercado de trabalho, 180 das quais desempenhando tarefas consideradas de elevado risco laboral e 8 milhões e meio em regime de escravatura.
As dificuldades económicas e as consequentes deficiências nas condições de vida das famílias estão na base da exploração do trabalho infantil. Os menores de 16 anos são mão-de-obra barata e precária ao alcance dos patrões, os quais, não raras vezes, gozam do consentimento dos pais e da quase absoluta ineficiência dos meios de fiscalização postos à disposição das entidades competentes.
Os indicadores ao nível mundial revelam dados ainda mais alarmantes. Estimativas recentes afirmam que quase 250 milhões de crianças encontram-se integradas no mercado de trabalho, 180 das quais desempenhando tarefas consideradas de elevado risco laboral e 8 milhões e meio em regime de escravatura.