Exemplos inesquecíveis para a luta que continua
Quando a Quinta da Atalaia se converter, de novo, numa anualmente renovada «Terra da fraternidade» onde «O povo é quem mais ordena», serão muitas as iniciativas que vão assinalar a vida, a obra e a importância dos exemplos de luta e de futuro que foram Álvaro Cunhal e Vasco Gonçalves.
Para meia-hora antes do comício de domingo está reservada uma grande surpresa de homenagem, mas mais não adiantamos, ou deixaria de ser surpresa.
Na praça principal do Pavilhão Central poderá encontrar evocações do exemplo coerente de vida e de luta de ambos os revolucionários, em painéis concebidos para esse efeito.
No caso de Álvaro Cunhal, várias das suas obras pictóricas inéditas e nunca apresentadas a público estarão patentes na XVI Bienal de Artes Plásticas.
Um pouco por toda a Festa estarão à venda T-shirts com seis desenhos a cores criados nos calabouços fascistas pelo histórico Secretário-Geral do Partido.
Na feira do Livro, toda a sua obra literária política e romanceada estará em grande destaque e ali decorrerão debates sobre a vida e obra do revolucionário.
A Festa pretende, nesta edição, mostrar o que de melhor Álvaro Cunhal produziu, ajudou a criar e a fortalecer.
Força, força companheiro Vasco
Também o General Vasco Gonçalves e o seu papel determinante durante os 14 meses de Governo provisório até à vitória da contra-revolução, em 25 de Novembro de 1975, vão estar em destaque, no Pavilhão Central através de um grande painel que salienta a importância do «companheiro Vasco» nas conquistas sociais e políticas que brotaram com a Revolução dos cravos.
A Reforma Agrária, a nacionalização da banca, a criação de um forte sector empresarial estatal com as nacionalizações e a esperança depositada no homem por quem os trabalhadores e o povo estiveram dispostos a fazer com ele uma «muralha de aço» que impedisse o avanço das forças retrógadas e saudosistas da contra-revolução são os grandes temas evocados para homenagear ao militar que foi, é e sempre será uma incontornável referência revolucionária para o povo português.
No caso de Álvaro Cunhal, várias das suas obras pictóricas inéditas e nunca apresentadas a público estarão patentes na XVI Bienal de Artes Plásticas.
Um pouco por toda a Festa estarão à venda T-shirts com seis desenhos a cores criados nos calabouços fascistas pelo histórico Secretário-Geral do Partido.
Na feira do Livro, toda a sua obra literária política e romanceada estará em grande destaque e ali decorrerão debates sobre a vida e obra do revolucionário.
A Festa pretende, nesta edição, mostrar o que de melhor Álvaro Cunhal produziu, ajudou a criar e a fortalecer.
Força, força companheiro Vasco
Também o General Vasco Gonçalves e o seu papel determinante durante os 14 meses de Governo provisório até à vitória da contra-revolução, em 25 de Novembro de 1975, vão estar em destaque, no Pavilhão Central através de um grande painel que salienta a importância do «companheiro Vasco» nas conquistas sociais e políticas que brotaram com a Revolução dos cravos.
A Reforma Agrária, a nacionalização da banca, a criação de um forte sector empresarial estatal com as nacionalizações e a esperança depositada no homem por quem os trabalhadores e o povo estiveram dispostos a fazer com ele uma «muralha de aço» que impedisse o avanço das forças retrógadas e saudosistas da contra-revolução são os grandes temas evocados para homenagear ao militar que foi, é e sempre será uma incontornável referência revolucionária para o povo português.
«Esta Festa do nosso glorioso Avante!, do nosso glorioso Partido, é a maior, a mais extraordinária, a mais entusiástica, a mais fraternal e humana, jamais realizada no nosso País.»
Álvaro Cunhal. 26/Set./1976. lª Festa, na FIL
«Em tudo o que depende do trabalho, da dedicação, do espírito de organização, da iniciativa, da imaginação criadora, do esforço colectivo, não há impossíveis para os trabalhadores e para o seu Partido.»
Álvaro Cunhal. 11/Set./1977. 1ª Festa no Jamor
«A Festa do Avante! é uma Festa do Portugal de Abril. A Festa do Avante! é uma viva e exaltante afirmação da realidade portuguesa criada pela revolução, pela luta, pelo trabalho e o espírito criador do nosso povo.»
Álvaro Cunhal. 9/Set./1979. 1ª Festa no Alto da Ajuda
«Termina o jogo indigno de governos e outras entidades de cederem terrenos abandonados (...) e depois os tirarem sem outra razão que não fosse não poderem suportar a exaltante demonstração dada pela Festa do Avante! da poderosa energia e capacidade de realização que se desprende do trabalho de um partido que se afirma e é um partido dos trabalhadores e do povo, não poderem suportar a demonstração do valor irradiante da criatividade, da mensagem cultural, cívica e política, do ambiente e convívio fraterno e humano, da ligação às massas e da influência de massas do Partido Comunista Português.»
Álvaro Cunhal. 9/Set.1990. 1ª Festa na Quinta da Atalaia