Nasceu a Petrocaribe
A Petrocaribe, formalmente criada a 29 de Junho na Venezuela, visa garantir o acesso dos 14 países signatários aos produtos energéticos a preço justo.
«Catalisador da integração e do melhor aproveitamento dos recursos»
Sob o signo da solidariedade e corresponsabilidade, a nova entidade, inspirada pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, pretende ter igualmente uma projecção no domínio tecnológico e social, contribuindo para a preservação dos recursos não renováveis.
De acordo com os 14 países que integram a Petrocaribe - República Dominicana, Granada, Jamaica, Suriname, Antígua e Barbuda, San Cristóbal e Nevis, Santa Lucía, Belize, Bahamas, San Vicente e Granadinas, Guiana, Dominica, Cuba e Venezuela -
a empresa deve ser um catalisador da integração e do melhor aproveitamento dos recursos energéticos no combate às assimetrias regionais, tais como a pobreza, o desequilíbrio comercial, a falta de acesso à educação, e pelo direito à informação sem censura.
De acordo com a acta constitutiva da empresa, citada pela Prensa Latina, o princípio da «solidariedade partilhada constitui a base que anima a iniciativa, como instrumento facilitador do intercâmbio que transforme os deformados mecanismos tradicionais e os converta num factor de desenvolvimento.»
Assim, é estabelecida a coordenação de políticas de energia, exploração petrolífera e derivados, tecnológica, desenvolvimento de infra-estruturas e aproveitamento de fontes alternativas. O documento abre ainda a possibilidade de participação da Venezuela numa empresa petrolífera jamaicana e numa refinaria para elevar a sua capacidade de 36 mil barris para 50 mil barris diários.
ALBA-Caribe em marcha
Para além do fornecimento de petróleo, a Petrocaribe pretende também encontrar soluções para ultrapassar as dificuldades de transporte, armazenamento, refinação e desenvolvimento tecnológico, para o que foi criada uma plataforma institucional com um Conselho Ministerial.
Esse organismo deverá reunir-se uma vez por ano, cabendo a sua coordenação a um secretariado executivo, a cargo do ministro da Energia e Petróleos da Venezuela. Para que a instância possa começar desde já a funcionar, o presidente Chávez disponibilizou 50 milhões de dólares para o que designou de fundo ALBA-Caribe, numa alusão à Alternativa Bolivariana para as Américas proposta pela Venezuela.
A Venezuela anunciou entretanto a criação da PDV-Caribe, uma filial da Petróleos da Venezuela (PDVSA), que garantirá uma relação directa e sem intermediários, com uma rede de barcos e capacidade de armazenagem e com uma rede de distribuição onde tal for possível.
De acordo com os 14 países que integram a Petrocaribe - República Dominicana, Granada, Jamaica, Suriname, Antígua e Barbuda, San Cristóbal e Nevis, Santa Lucía, Belize, Bahamas, San Vicente e Granadinas, Guiana, Dominica, Cuba e Venezuela -
a empresa deve ser um catalisador da integração e do melhor aproveitamento dos recursos energéticos no combate às assimetrias regionais, tais como a pobreza, o desequilíbrio comercial, a falta de acesso à educação, e pelo direito à informação sem censura.
De acordo com a acta constitutiva da empresa, citada pela Prensa Latina, o princípio da «solidariedade partilhada constitui a base que anima a iniciativa, como instrumento facilitador do intercâmbio que transforme os deformados mecanismos tradicionais e os converta num factor de desenvolvimento.»
Assim, é estabelecida a coordenação de políticas de energia, exploração petrolífera e derivados, tecnológica, desenvolvimento de infra-estruturas e aproveitamento de fontes alternativas. O documento abre ainda a possibilidade de participação da Venezuela numa empresa petrolífera jamaicana e numa refinaria para elevar a sua capacidade de 36 mil barris para 50 mil barris diários.
ALBA-Caribe em marcha
Para além do fornecimento de petróleo, a Petrocaribe pretende também encontrar soluções para ultrapassar as dificuldades de transporte, armazenamento, refinação e desenvolvimento tecnológico, para o que foi criada uma plataforma institucional com um Conselho Ministerial.
Esse organismo deverá reunir-se uma vez por ano, cabendo a sua coordenação a um secretariado executivo, a cargo do ministro da Energia e Petróleos da Venezuela. Para que a instância possa começar desde já a funcionar, o presidente Chávez disponibilizou 50 milhões de dólares para o que designou de fundo ALBA-Caribe, numa alusão à Alternativa Bolivariana para as Américas proposta pela Venezuela.
A Venezuela anunciou entretanto a criação da PDV-Caribe, uma filial da Petróleos da Venezuela (PDVSA), que garantirá uma relação directa e sem intermediários, com uma rede de barcos e capacidade de armazenagem e com uma rede de distribuição onde tal for possível.