Ministros defendem aumentos salariais
Os ministros alemães das Finanças, Hans Eichel, e da Economia, Wolfgang Clement,
apelaram às empresas mais lucrativas para que aumentem os salários dos seus trabalhadores.
Num artigo publicado, no sábado, dia 11, no jornal Süddeutsche Zeitung, Eichel e Clement consideram que «as empresas não devem ver os trabalhadores apenas como um custo», notando que os aumentos salariais, possíveis «pelo menos nas empresas que apresentam lucros há anos», irão estimular a procura interna.
«A economia alemã voltou a ser muito concorrencial, devido, em parte, a uma política de moderação salarial que dura há 10 anos», reconheceu Eichel, afirmando que «faz parte do bom funcionamento da economia que os trabalhadores participem nos riscos mas também nas oportunidades».
Na opinião de Clement, as empresas que apresentam lucros de forma continuada devem proceder a «uma melhoria substancial dos salários», instando nesse sentido os parceiros sociais a «encontrar espaços de manobra».
Como contrapeso as estas surpreendentes declarações, os dois ministros reafirmam o seu apego ao pacote de reformas sociais e laborais, a famosa Agenda 2010, responsável pela moderação salarial e agravamento das condições de vida dos trabalhadores alemães. Às empresas prometem novas reduções no regime fiscal.
apelaram às empresas mais lucrativas para que aumentem os salários dos seus trabalhadores.
Num artigo publicado, no sábado, dia 11, no jornal Süddeutsche Zeitung, Eichel e Clement consideram que «as empresas não devem ver os trabalhadores apenas como um custo», notando que os aumentos salariais, possíveis «pelo menos nas empresas que apresentam lucros há anos», irão estimular a procura interna.
«A economia alemã voltou a ser muito concorrencial, devido, em parte, a uma política de moderação salarial que dura há 10 anos», reconheceu Eichel, afirmando que «faz parte do bom funcionamento da economia que os trabalhadores participem nos riscos mas também nas oportunidades».
Na opinião de Clement, as empresas que apresentam lucros de forma continuada devem proceder a «uma melhoria substancial dos salários», instando nesse sentido os parceiros sociais a «encontrar espaços de manobra».
Como contrapeso as estas surpreendentes declarações, os dois ministros reafirmam o seu apego ao pacote de reformas sociais e laborais, a famosa Agenda 2010, responsável pela moderação salarial e agravamento das condições de vida dos trabalhadores alemães. Às empresas prometem novas reduções no regime fiscal.