Visita de deputados do PCP impedida na Madeira
Vários deputados do PCP da Assembleia Legislativa da Madeira e da Assembleia da República foram impedidos de visitar a Escola do Carmos, em Câmara de Lobos, na semana passada, pela Secretaria Regional de Educação e pela direcção da instituição. A visita estava integrada numa jornada de trabalho sobre as políticas de juventude.
Para a CDU da Madeira, esta situação é «degradante para a democracia» e revela uma postura prepotente por parte do Governo Regional. «Embora não seja a primeira vez que os parlamentares do PCP são impedidos de aceder a espaços cuja tutela depende directamente do Governo Regional, este incidente reveste-se de particular gravidade porque é igualmente vedado o acesso a um deputado da República, Miguel Tiago Rosado. Com esta atitude, o Governo Regional demonstra um desrespeito primário pelas regras básicas da democracia e pelos direitos dos eleitos, quer da República, quer da Região Autónoma, no exercício das suas actividades e no contacto com as realidades», afirma, em comunicado.
A CDU acrescenta que estas atitudes demonstram que o Governo Regional «continua a funcionar como uma entidade que se recusa a colaborar no âmbito do exercício dos direitos democráticos. Mais uma vez, o executivo regional deixa cair a sua máscara.»
Para a CDU da Madeira, esta situação é «degradante para a democracia» e revela uma postura prepotente por parte do Governo Regional. «Embora não seja a primeira vez que os parlamentares do PCP são impedidos de aceder a espaços cuja tutela depende directamente do Governo Regional, este incidente reveste-se de particular gravidade porque é igualmente vedado o acesso a um deputado da República, Miguel Tiago Rosado. Com esta atitude, o Governo Regional demonstra um desrespeito primário pelas regras básicas da democracia e pelos direitos dos eleitos, quer da República, quer da Região Autónoma, no exercício das suas actividades e no contacto com as realidades», afirma, em comunicado.
A CDU acrescenta que estas atitudes demonstram que o Governo Regional «continua a funcionar como uma entidade que se recusa a colaborar no âmbito do exercício dos direitos democráticos. Mais uma vez, o executivo regional deixa cair a sua máscara.»