Um milhão de pessoas no apoio a Chávez
Cerca de 1 milhão de venezuelanos responderam ao apelo da Unidade Nacional dos Trabalhadores (UNT), a nova central sindical, e festejaram o 1.º de Maio em diversas cidades do país. Na capital, Caracas, o presidente Hugo Chávez juntou-se aos manifestantes, cujas palavras de ordem visaram em particular o imperialismo norte-americano. «Yankis go home» foi uma das mais ouvidas, em manifesto repúdio da persistente ingerência dos EUA no país.
Este ano, o Dia do Trabalhador ficou assinalado na Venezuela com a entrada em vigor do novo salário mínimo nacional, que registou aumentos entre 26 e 40 por cento, passando para 405 mil bolívares (188 dólares), tanto nas cidades como no campo.
A medida tem um alcance sem precedentes, já que abrange cerca de 70 por cento dos venezuelanos, embora a UNT defenda a necessidade de continuar progressivamente a elevar o nível salarial de todos os trabalhadores.
Contrastando com a massa humana que saiu à rua em apoio da política de Chávez, a manifestação convocada pela Confederação de Trabalhadores da Venezuela (CTV) passou quase despercebida. Acusada de servir o patronato e opositora frontal de Chávez, a CTV entrou em extinção desde que há dois anos apoiou activamente a tentativa de golpe de 11 de Abril de 2002.
Segundo Orlando Chinos, coordenador nacional da UNT, o 1.º de Maio marcou «o princípio do fim» da CTV. «A classe operária venezuelana está liquidando uma central que defende os interesses da oligarquia e de uma potência estrangeira», afirmou Chinos à Prensa Latina.
Criada como alternativa à «central do patronato», a UNT está em franca expansão e propõe-se participar activamente no debate nacional lançado por Chávez sobre a necessidade de «um socialismo do século XXI».
Este ano, o Dia do Trabalhador ficou assinalado na Venezuela com a entrada em vigor do novo salário mínimo nacional, que registou aumentos entre 26 e 40 por cento, passando para 405 mil bolívares (188 dólares), tanto nas cidades como no campo.
A medida tem um alcance sem precedentes, já que abrange cerca de 70 por cento dos venezuelanos, embora a UNT defenda a necessidade de continuar progressivamente a elevar o nível salarial de todos os trabalhadores.
Contrastando com a massa humana que saiu à rua em apoio da política de Chávez, a manifestação convocada pela Confederação de Trabalhadores da Venezuela (CTV) passou quase despercebida. Acusada de servir o patronato e opositora frontal de Chávez, a CTV entrou em extinção desde que há dois anos apoiou activamente a tentativa de golpe de 11 de Abril de 2002.
Segundo Orlando Chinos, coordenador nacional da UNT, o 1.º de Maio marcou «o princípio do fim» da CTV. «A classe operária venezuelana está liquidando uma central que defende os interesses da oligarquia e de uma potência estrangeira», afirmou Chinos à Prensa Latina.
Criada como alternativa à «central do patronato», a UNT está em franca expansão e propõe-se participar activamente no debate nacional lançado por Chávez sobre a necessidade de «um socialismo do século XXI».