Casa da Música abre portas
Seis anos depois do início da construção e quatro após a cidade do Porto ter sido anfitriã da iniciativa Capital Europeia da Cultura, projecto para o qual foi lançado o empreendimento da Casa da Música, a nova sala de espectáculos abriu as portas.
A abertura ao público aconteceu na passada quinta-feira com dois concertos. Primeiro actuaram os Clã, uma banda da «casa», depois foi a vez do já lendário Lou Reed.
O brilho da inauguração e a boa impressão causada aos primeiros visitantes pela arquitectura arrojada do novo edifício da Rotunda da Boavista não fazem, no entanto, esquecer o autêntico calvário em que se tornou a sua construção.
Inicialmente, a Casa da Música deveria ocupar uma área de cerca de nove mil metros quadrados, mas o projecto do holandês Rem Koolhaas acabou por se estender pouco mais de 21 mil metros quadrados.
No que toca ao financiamento da obra, contando com as duas sociedades gestoras constituídas para levarem a bom porto a Casa, a Porto 2001 e a Casa da Música S.A., os números indicam que foram gastos cerca de 20 milhões de contos, falando em moeda antiga, valor demasiado distante dos quase 7 milhões previstos no primeiro orçamento.
Por esclarecer encontra-se ainda a construção de um outro edifício junto à Casa da Música. Caso a nova obra avance, um dos atractivos da Casa, a vista sobre o mar proporcionada aos espectadores no Grande Auditório, poderá deixar de ser realidade para passar de facto para o campo das boas intenções.
A abertura ao público aconteceu na passada quinta-feira com dois concertos. Primeiro actuaram os Clã, uma banda da «casa», depois foi a vez do já lendário Lou Reed.
O brilho da inauguração e a boa impressão causada aos primeiros visitantes pela arquitectura arrojada do novo edifício da Rotunda da Boavista não fazem, no entanto, esquecer o autêntico calvário em que se tornou a sua construção.
Inicialmente, a Casa da Música deveria ocupar uma área de cerca de nove mil metros quadrados, mas o projecto do holandês Rem Koolhaas acabou por se estender pouco mais de 21 mil metros quadrados.
No que toca ao financiamento da obra, contando com as duas sociedades gestoras constituídas para levarem a bom porto a Casa, a Porto 2001 e a Casa da Música S.A., os números indicam que foram gastos cerca de 20 milhões de contos, falando em moeda antiga, valor demasiado distante dos quase 7 milhões previstos no primeiro orçamento.
Por esclarecer encontra-se ainda a construção de um outro edifício junto à Casa da Música. Caso a nova obra avance, um dos atractivos da Casa, a vista sobre o mar proporcionada aos espectadores no Grande Auditório, poderá deixar de ser realidade para passar de facto para o campo das boas intenções.