Mudar de rumo
Numa época de «perigos e inquietações», Jerónimo de Sousa não esqueceu a esperança e a confiança no futuro, na sua mensagem de ano novo.
Existem «problemas gravíssimos» que «reclamam uma profunda mudança»
Na sua mensagem de ano novo, o secretário-geral do PCP transmitiu aos trabalhadores e ao povo português esperança e confiança. Isto apesar de reconhecer que «vivemos tempos de perigos e inquietações», em Portugal e no mundo: no Iraque, onde Portugal está envolvido numa guerra de ocupação criminosa; na Palestina, onde os direitos nacionais do povo palestiniano são, há décadas, violentamente reprimidos; e noutros pontos do mundo, onde o imperialismo está a «semear morte, sofrimento e destruição para se apoderar de riquezas e impor o seu domínio».
Segundo Jerónimo de Sousa, conquistas e direitos dos trabalhadores «alcançados por décadas de duras lutas estão a sofrer uma violenta ofensiva do grande capital» e crescem as injustiças e as desigualdades sociais em «contradição flagrante com as extraordinárias conquistas da ciência e da técnica». Estas, se colocadas ao serviço dos povos, «há muito teriam já erradicado os flagelos do desemprego, da fome, da doença e do analfabetismo», confia o dirigente comunista.
O secretário-geral do PCP recordou que, também em Portugal, em consequência de «desastrosas políticas de direita», existem «problemas gravíssimos» no plano económico, social, político, cultural e de soberania que, assume, «reclamam com urgência uma profunda mudança de rumo».
Afastando quaisquer desânimos, Jerónimo de Sousa realçou a «realidade da resistência e luta dos trabalhadores e dos povos que se desenvolve em todo o mundo». Para o líder comunista, há «fortes motivos de esperança e confiança» que a intervenção, a mobilização, a luta convergente das forças do progresso social e da paz podem tornar-se realidade no mundo, como em Portugal. E, a mostrar que é possível, está o exemplo do nosso país, onde foi possível derrotar o Governo PSD-PP e travar a sua obra de desestabilização e destruição.
Assim, confia o dirigente do PCP, neste início de ano, surge a oportunidade para se caminhar para um «novo rumo na política nacional, com mais votos e deputados da CDU, virando a página do calendário e virando a página da política realizada nos últimos 28 anos».
«No momento em que um Ano Novo se anuncia desejo assegurar que, concretizando com entusiasmo e confiança as decisões do XVII Congresso, o PCP, sempre com os trabalhadores e sempre com o povo, fará tudo o que estiver ao seu alcance para concretizar uma viragem de esquerda na vida política nacional, que garanta emprego com direitos, melhores salários, um Portugal com futuro», lê-se na mensagem.
«O PCP tudo fará para que, com o fortalecimento da CDU nas eleições de 20 de Fevereiro próximo, o ano de 2005 traga aos portugueses e a Portugal boas notícias e se retome o caminho da esperança dum futuro melhor. Tudo fará por um mundo de paz, amizade e cooperação entre os povos», conclui.
Segundo Jerónimo de Sousa, conquistas e direitos dos trabalhadores «alcançados por décadas de duras lutas estão a sofrer uma violenta ofensiva do grande capital» e crescem as injustiças e as desigualdades sociais em «contradição flagrante com as extraordinárias conquistas da ciência e da técnica». Estas, se colocadas ao serviço dos povos, «há muito teriam já erradicado os flagelos do desemprego, da fome, da doença e do analfabetismo», confia o dirigente comunista.
O secretário-geral do PCP recordou que, também em Portugal, em consequência de «desastrosas políticas de direita», existem «problemas gravíssimos» no plano económico, social, político, cultural e de soberania que, assume, «reclamam com urgência uma profunda mudança de rumo».
Afastando quaisquer desânimos, Jerónimo de Sousa realçou a «realidade da resistência e luta dos trabalhadores e dos povos que se desenvolve em todo o mundo». Para o líder comunista, há «fortes motivos de esperança e confiança» que a intervenção, a mobilização, a luta convergente das forças do progresso social e da paz podem tornar-se realidade no mundo, como em Portugal. E, a mostrar que é possível, está o exemplo do nosso país, onde foi possível derrotar o Governo PSD-PP e travar a sua obra de desestabilização e destruição.
Assim, confia o dirigente do PCP, neste início de ano, surge a oportunidade para se caminhar para um «novo rumo na política nacional, com mais votos e deputados da CDU, virando a página do calendário e virando a página da política realizada nos últimos 28 anos».
«No momento em que um Ano Novo se anuncia desejo assegurar que, concretizando com entusiasmo e confiança as decisões do XVII Congresso, o PCP, sempre com os trabalhadores e sempre com o povo, fará tudo o que estiver ao seu alcance para concretizar uma viragem de esquerda na vida política nacional, que garanta emprego com direitos, melhores salários, um Portugal com futuro», lê-se na mensagem.
«O PCP tudo fará para que, com o fortalecimento da CDU nas eleições de 20 de Fevereiro próximo, o ano de 2005 traga aos portugueses e a Portugal boas notícias e se retome o caminho da esperança dum futuro melhor. Tudo fará por um mundo de paz, amizade e cooperação entre os povos», conclui.