Pediatras paralisam a 90 %
A greve dos pediatras franceses realizada na segunda-feira, dia 3, registou um elevadíssimo nível de adesão entre os 85 e os 90 por cento, segundo o Sindicato do sector.
Estes profissionais da saúde receberam o apoio solidário dos ginecologistas e obstetras, cuja estrutura sindical apelou em comunicado à suspensão dos partos em maternidades privadas em caso de ausência do especialista de pediatria.
Em consequência, segundo o Sindicato Nacional dos Pediatras Franceses (SNPF), cerca de 90 por cento destes estabelecimentos, responsáveis por 37 por cento dos partos em França, foram obrigados a encerrar ou a recorrer à requisição civil.
A classe reclama a revalorização dos honorários, sublinhando que o rendimento médio anual é muito inferior ao das restantes especialidades e está mesmo abaixo do médicos generalistas. Por esta razão, afirma o SNPF, o sector perde todo os anos entre 100 e 150 pediatras que não são substituídos.
Estes profissionais da saúde receberam o apoio solidário dos ginecologistas e obstetras, cuja estrutura sindical apelou em comunicado à suspensão dos partos em maternidades privadas em caso de ausência do especialista de pediatria.
Em consequência, segundo o Sindicato Nacional dos Pediatras Franceses (SNPF), cerca de 90 por cento destes estabelecimentos, responsáveis por 37 por cento dos partos em França, foram obrigados a encerrar ou a recorrer à requisição civil.
A classe reclama a revalorização dos honorários, sublinhando que o rendimento médio anual é muito inferior ao das restantes especialidades e está mesmo abaixo do médicos generalistas. Por esta razão, afirma o SNPF, o sector perde todo os anos entre 100 e 150 pediatras que não são substituídos.