Jardim do Tabaco não é solução para Feira Popular
A Organização da Cidade de Lisboa do PCP considera que a transferência da Feira Popular para o Jardim do Tabaco, junto a Santa Apolónia, – hipótese recentemente levantada pelo presidente da Câmara Municipal de Lisboa – trará vários problemas para a zona e para os comerciantes, nomeadamente devido ao estacionamento e à criminalidade.
«Esta maioria PSD-PP tem uma estranha forma de agir que é a de primeiro criar os problemas às pessoas e só depois é que vai fazer o trabalho de casa, que devia ser o primeiro passo. Ou seja, encontrar soluções antes de deixar as pessoas sem subsistência e sem futuro», comenta a DORL, em comunicado.
Os comunistas de Lisboa desaconselham a hipótese que a autarquia coloca, argumentando com os impactos sobre o rio Tejo e sobre os postos de trabalho. «A não ser encontrada uma solução condigna de recinto apropriado para a Feira Popular, os próprios comerciantes de restauração, cujas empresas laboravam em Entrecampos, e os respectivos trabalhadores continuarão legitimamente à espera de uma solução, que não está contemplada na hipótese agora colocada na mesa», explicam.
Por outro lado, o terminal de barcos de recreio previsto pela administração do Porto de Lisboa para aquele local e o uso da doca como cais de aportagem de barcos de passeio e de turismo ficam «completamente prejudicados, pois essas funções não se podem coadunar com a pretensa localização de um parque de diversões, mesmo que seja pequeno».
O PCP lamenta que a presidência da CML «não tenha a imaginação e o arrojo de encontrar e debater uma solução conjunta que satisfaça todos os interesses em presença e que tenha em conta a economia, os direitos dos residentes da zona e dos feirantes, comerciantes e trabalhadores de Entrecampos».
«Esta maioria PSD-PP tem uma estranha forma de agir que é a de primeiro criar os problemas às pessoas e só depois é que vai fazer o trabalho de casa, que devia ser o primeiro passo. Ou seja, encontrar soluções antes de deixar as pessoas sem subsistência e sem futuro», comenta a DORL, em comunicado.
Os comunistas de Lisboa desaconselham a hipótese que a autarquia coloca, argumentando com os impactos sobre o rio Tejo e sobre os postos de trabalho. «A não ser encontrada uma solução condigna de recinto apropriado para a Feira Popular, os próprios comerciantes de restauração, cujas empresas laboravam em Entrecampos, e os respectivos trabalhadores continuarão legitimamente à espera de uma solução, que não está contemplada na hipótese agora colocada na mesa», explicam.
Por outro lado, o terminal de barcos de recreio previsto pela administração do Porto de Lisboa para aquele local e o uso da doca como cais de aportagem de barcos de passeio e de turismo ficam «completamente prejudicados, pois essas funções não se podem coadunar com a pretensa localização de um parque de diversões, mesmo que seja pequeno».
O PCP lamenta que a presidência da CML «não tenha a imaginação e o arrojo de encontrar e debater uma solução conjunta que satisfaça todos os interesses em presença e que tenha em conta a economia, os direitos dos residentes da zona e dos feirantes, comerciantes e trabalhadores de Entrecampos».