Iva «social» financia patrões
O governo de direita francês apresentou, na quarta-feira, 10, perante o Senado a proposta de aumentar o IVA (imposto que recai sobre todos os bens transaccionados) de modo a financiar uma diminuição das contribuições patronais para a segurança social.
Alegando a necessidade de aliviar a carga fiscal sobre as empresas como forma de lutar contra as deslocalizações e encorajar a criação de empregos, o ministro da Finanças Nicolas Sarkozy pretende assim transferir a cobrança de cerca de 15,6 mil milhões de euros (um por cento do PIB nacional) pagos actualmente pelas empresas, para o IVA, que aumentaria quatro pontos percentuais.
Esta taxa dita «social» foi aplicada em 1987 na Dinamarca, país que suprimiu praticamente as contribuições das empresas para a segurança social elevando o taxa de IVA para 25 por cento.
Alegando a necessidade de aliviar a carga fiscal sobre as empresas como forma de lutar contra as deslocalizações e encorajar a criação de empregos, o ministro da Finanças Nicolas Sarkozy pretende assim transferir a cobrança de cerca de 15,6 mil milhões de euros (um por cento do PIB nacional) pagos actualmente pelas empresas, para o IVA, que aumentaria quatro pontos percentuais.
Esta taxa dita «social» foi aplicada em 1987 na Dinamarca, país que suprimiu praticamente as contribuições das empresas para a segurança social elevando o taxa de IVA para 25 por cento.