A voz do povo indígena
Depois de percorrerem centenas de Km por todo o país, milhares de índios colombianos reuniram-se, sexta-feira, em Cali, para o 1.º Congresso Indígena e Popular.
Três dias de marcha por todo o país acompanhados por protestos resultaram na concentração de cerca de 60 mil indígenas colombianos, representando 110 comunidades do sul do país, para a aprovação de um documento intitulado «Mandato Indígena e Popular da Marcha pela Vida, justiça, Alegria, Liberdade e Autonomia».
Durante o debate no Coliseu do Povo, que terminou no domingo, os congressistas analisaram alguns dos principais problemas que afectam as populações que representam e denunciaram os abusos, discriminação e repressão a que estão sujeitos por parte do governo e das forças paramilitares.
O Tratado de Livre Comércio (TLC) e a Área de Livre Comércio das Américas (ALCA) foram rejeitadas pelos participantes, os quais apelaram ainda a uma acção concreta contra as linhas de orientação neoliberal.
Três dias de marcha por todo o país acompanhados por protestos resultaram na concentração de cerca de 60 mil indígenas colombianos, representando 110 comunidades do sul do país, para a aprovação de um documento intitulado «Mandato Indígena e Popular da Marcha pela Vida, justiça, Alegria, Liberdade e Autonomia».
Durante o debate no Coliseu do Povo, que terminou no domingo, os congressistas analisaram alguns dos principais problemas que afectam as populações que representam e denunciaram os abusos, discriminação e repressão a que estão sujeitos por parte do governo e das forças paramilitares.
O Tratado de Livre Comércio (TLC) e a Área de Livre Comércio das Américas (ALCA) foram rejeitadas pelos participantes, os quais apelaram ainda a uma acção concreta contra as linhas de orientação neoliberal.