OMC condena UE
A Organização Mundial do Comércio condenou, quarta-feira, dia 8, a política comunitária de ajudas ao sector do açúcar de beterraba, dando razão ao Brasil, Tailândia e Austrália que, em 2002, contestaram o direito da União Europeia de exportar anualmente três milhões de toneladas de açúcar, dentro da dita quota C, que está excluída dos subsídios.
Na realidade, os queixosos alegam que este açúcar é indirectamente subvencionado já que os produtores apenas o podem vender a tão preço baixo porque conseguem rentabilizar as suas culturas graças às ajudas que recebem para 17 milhões de toneladas (quotas A e B).
Acresce que a OMC considera que a UE está a violar as regras comerciais ao revender nos mercados mundiais, com ajudas à exportação, cerca de 1,3 milhões de toneladas de açúcar que anualmente compra aos 77 países da África, Caraíbas e Pacífico (ACP) e Índia a preços comunitários, quatro vezes superiores aos preços mundiais.
Na realidade, os queixosos alegam que este açúcar é indirectamente subvencionado já que os produtores apenas o podem vender a tão preço baixo porque conseguem rentabilizar as suas culturas graças às ajudas que recebem para 17 milhões de toneladas (quotas A e B).
Acresce que a OMC considera que a UE está a violar as regras comerciais ao revender nos mercados mundiais, com ajudas à exportação, cerca de 1,3 milhões de toneladas de açúcar que anualmente compra aos 77 países da África, Caraíbas e Pacífico (ACP) e Índia a preços comunitários, quatro vezes superiores aos preços mundiais.