Schroeder em queda
Os sociais-democratas alemães do SPD, liderados pelo actual chanceler da Alemanha, Gerhard Schroeder, sofreram uma pesada derrota eleitoral nas eleições ocorridas no passado domingo no Sarre, o mais pequeno dos estados-federados: obtiveram 30,8% dos votos, o que corresponde a uma brutal queda de 14 pontos precentuais em relação aos resultados de 1999, num «Land» que tem sido tradicionalmente da chamada esquerda do SPD, pois durante mais de 15 anos foi dominado por Oskar Lafontaine, ex-presidente do SPD.
Em contrapartida, os neo-comunistas averbaram mais uma espectacular subida, neste estado que integrava a antiga RDA. Curiosamente – e até ao momento – não foram anunciados os valores exactos dessa subida eleitoral, pela generalidade dos órgãos de comunicação social...
Um dado, entretanto, não é escamoteado nas notícias sobre este descalabro do SPD: ele deve-se, obviamente, ao grande descontentamento do eleitorado com as ditas reformas da «Agenda 2010» onde os sociais-democratas do SPD, em coligação governamental com os Verdes, estão a atacar ou mesmo a tentar destruir direitos sociais fundamentais dos trabalhadores em matéria de trabalho, segurança social, saúde e ensino, invocando uma «racionalidade» que, na próspera Alemanha e em nome da «esquerda», procura concretizar as gulas desmedidas da direita.
Em contrapartida, os neo-comunistas averbaram mais uma espectacular subida, neste estado que integrava a antiga RDA. Curiosamente – e até ao momento – não foram anunciados os valores exactos dessa subida eleitoral, pela generalidade dos órgãos de comunicação social...
Um dado, entretanto, não é escamoteado nas notícias sobre este descalabro do SPD: ele deve-se, obviamente, ao grande descontentamento do eleitorado com as ditas reformas da «Agenda 2010» onde os sociais-democratas do SPD, em coligação governamental com os Verdes, estão a atacar ou mesmo a tentar destruir direitos sociais fundamentais dos trabalhadores em matéria de trabalho, segurança social, saúde e ensino, invocando uma «racionalidade» que, na próspera Alemanha e em nome da «esquerda», procura concretizar as gulas desmedidas da direita.