Jornalistas franceses sequestrados
Dois jornalistas franceses – Christian Chesnot e Georges
Malbrunot – foram sequestrados no Iraque por um grupo que exige a revogação da lei do véu que interdita o seu uso, pelas muçulmanas, nas escolas públicas francesas. Segundo a televisão árabe independente Al-Jazira, que deu a notícia, citando fontes iraquianas, os autores do rapto, o denominado Exército Islâmico do Iraque – o mesmo que reivindicou o assassínio do jornalista italiano Enzo Baldoni – deram inicialmente ao Eliseu 48 horas para revogar aquela lei promulgada pelo Presidente Jacques Chirac, prazo que prorrogaram na segunda-feira por mais um dia.
O comité de ulemás (doutores da lei) muçulmanos, principal organização religiosa sunita, lançou, entretanto, um apelo no sentido da libertação dos dois jornalistas da «Rádio France International» e do «Le Figaro», instando simultaneamente as autoridades francesas a «rever a decisão» de proibir o uso de símbolos religiosos nas escolas públicas.
Malbrunot – foram sequestrados no Iraque por um grupo que exige a revogação da lei do véu que interdita o seu uso, pelas muçulmanas, nas escolas públicas francesas. Segundo a televisão árabe independente Al-Jazira, que deu a notícia, citando fontes iraquianas, os autores do rapto, o denominado Exército Islâmico do Iraque – o mesmo que reivindicou o assassínio do jornalista italiano Enzo Baldoni – deram inicialmente ao Eliseu 48 horas para revogar aquela lei promulgada pelo Presidente Jacques Chirac, prazo que prorrogaram na segunda-feira por mais um dia.
O comité de ulemás (doutores da lei) muçulmanos, principal organização religiosa sunita, lançou, entretanto, um apelo no sentido da libertação dos dois jornalistas da «Rádio France International» e do «Le Figaro», instando simultaneamente as autoridades francesas a «rever a decisão» de proibir o uso de símbolos religiosos nas escolas públicas.