Festa de valores
No terreno da Quinta da Atalaia as jornadas de trabalho, participadas por centenas de camaradas e amigos, vão dando corpo e forma à Festa do Avante!.
Aqui e ali já é possível identificar algumas das estruturas e arranjos levados a cabo por um colectivo militante infatigável, força maior do maior evento político-cultural realizado em Portugal.
Paralelamente ao buliço da implantação, a azáfama não é menor na preparação dos conteúdos e dos programas centrais da Festa.
Em todas as organizações e sectores do Partido vão-se ultimando as linhas de trabalho e as tarefas que, nos dias 3,4 e 5 de Setembro próximo permitirão, mais uma vez, fazer funcionar uma cidade que oferece a todos os que a visitam conteúdos ímpares de intervenção política, debate, convívio, animação, cultura e muita música.
Música que se expressa em notas e acordes ouvidos alto e bom som, por vezes tocados por gente para quem pisar um palco de estatuto e dimensão nacionais assume o significado especial de um sonho tornado realidade.
Assim acontece com as bandas que se apresentam no Palco Novos Valores da Cidade da Juventude da Festa do Avante!, espaço particularmente dedicado aos jovens e aos seus projectos musicais, ansiosos por despontar.
Pelo que nos foi possível constatar na final do Concurso Nacional de Bandas da JCP, este fim-de-semana, na Costa da Caparica, os oito grupos apurados prometem três dias de bons concertos recheados de animado convívio.
Um convívio que se espalha por toda a Festa e se encontra estreita nos diversos stands das organizações.
Encontros e reencontros que assumem particular importância quando se trabalha e luta em terras forasteiras.
Por isso, a Festa que é nossa e que queremos que seja de cada vez mais gente, reserva um Espaço Emigrante onde marcam presença os principais problemas das comunidades portuguesas espalhadas pelas quatro partidas do mundo e se manifesta a solidariedade e a acção do PCP nesta área.
Alguns dos temas fortes este ano no Sector da Emigração são as recentes medidas do Governo PSD/PP, que tem procedido a cortes de investimento encerrando cursos de língua portuguesa, consulados e serviços fundamentais, factores que acentuam a exploração da mão-de-obra emigrante e retiram direitos a dezenas de milhar de portugueses.
Paralelamente ao buliço da implantação, a azáfama não é menor na preparação dos conteúdos e dos programas centrais da Festa.
Em todas as organizações e sectores do Partido vão-se ultimando as linhas de trabalho e as tarefas que, nos dias 3,4 e 5 de Setembro próximo permitirão, mais uma vez, fazer funcionar uma cidade que oferece a todos os que a visitam conteúdos ímpares de intervenção política, debate, convívio, animação, cultura e muita música.
Música que se expressa em notas e acordes ouvidos alto e bom som, por vezes tocados por gente para quem pisar um palco de estatuto e dimensão nacionais assume o significado especial de um sonho tornado realidade.
Assim acontece com as bandas que se apresentam no Palco Novos Valores da Cidade da Juventude da Festa do Avante!, espaço particularmente dedicado aos jovens e aos seus projectos musicais, ansiosos por despontar.
Pelo que nos foi possível constatar na final do Concurso Nacional de Bandas da JCP, este fim-de-semana, na Costa da Caparica, os oito grupos apurados prometem três dias de bons concertos recheados de animado convívio.
Um convívio que se espalha por toda a Festa e se encontra estreita nos diversos stands das organizações.
Encontros e reencontros que assumem particular importância quando se trabalha e luta em terras forasteiras.
Por isso, a Festa que é nossa e que queremos que seja de cada vez mais gente, reserva um Espaço Emigrante onde marcam presença os principais problemas das comunidades portuguesas espalhadas pelas quatro partidas do mundo e se manifesta a solidariedade e a acção do PCP nesta área.
Alguns dos temas fortes este ano no Sector da Emigração são as recentes medidas do Governo PSD/PP, que tem procedido a cortes de investimento encerrando cursos de língua portuguesa, consulados e serviços fundamentais, factores que acentuam a exploração da mão-de-obra emigrante e retiram direitos a dezenas de milhar de portugueses.